sexta-feira, 15 de julho de 2016

Diferença entre imperador, rei, sultão e xeque

Victor Bianchin | Edição 104
IMPERADOR
Monarca soberano, ou seja, que não responde a uma autoridade maior. O termo foi usado pela primeira vez no Império Romano e depois se espalhou por Europa e América. Hoje, o único imperador do mundo é Akihito, do Japão
REI
Tem os mesmos poderes do imperador, com um bônus: autoridade religiosa. Costuma exercer o cargo pela vida toda e pode governar sozinho (monarquia absolutista) ou com um Parlamento (monarquia constitucional)
SULTÃO
O nome vem do árabe e significa "liderança". Foi usado por egípcios, marroquinos e turco-otomanos, entre outros, para designar governantes soberanos. Hoje, ainda existem sultões em lugares como Malásia e Indonésia
XEQUE
O título significa "ancião" em árabe e é atribuído a quem completa estudos de história, filosofia e cultura islâmicas na faculdade. Nas últimas décadas, seu uso foi ampliado: no golfo Pérsico designa homens influentes e poderosos
PODEROSOS CHEFÕES
Conheça outras categorias de governantes pelo mundo
DITADOR
Líder com autoridade absoluta que chega ao poder legalmente, ou seja, por eleições ou nomeações - como Hitler, em 1933 - ou por golpe de Estado - como Getúlio Vargas, em 1937
PRESIDENTE
É o chefe do poder executivo de um país democrático. Pode ser eleito direta ou indiretamente e comanda o trabalho de ministros, governadores e prefeitos
PRIMEIRO-MINISTRO/ PREMIÊ/CHANCELER
Chefe de governo em países parlamentaristas (o chefe de Estado é simbólico). Exemplo: o Reino Unido tem uma rainha, mas quem manda é o primeiro-ministro.
GRÃO-DUQUE
Título de príncipes soberanos em países como Áustria e Rússia, especialmente a partir de 1500. Pode ser ainda o líder de um grão-ducado - hoje, o único é Luxemburgo, do grão-duque Henri
EMIR
É um título de nobreza islâmico, primeiro ligado a militares e depois a homens poderosos. Cada país usa e um jeito - é até nome próprio! Apenas no Kuwait e no Catar, o emir é o chefe de governo
PAPA
Lidera a igreja católica, é bispo de Roma e comanda o Vaticano, território independente dentro na capital italiana. Ali, o papa manda nas esferas legislativa, executiva e judiciária


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