quarta-feira, 23 de julho de 2014

INDÚSTRIAS DE BENS DURÁVEIS

A indústria de bens duráveis  se refere ao setor responsável pela produção de mercadorias de longa duração, tangíveis e de valor considerável pela necessidade de seu uso pelos consumidores, sendo o produto descartado após um longo período de tempo ou longo processo de deterioração. Essa indústria produz, por exemplo automóveis e eletroeletrônicos.
Produz bens tangíveis e duradouros, diferente do setor de bens semi-duráveis responsável pela produção de roupas, calçados, celulares, entre outros. A indústria de bens duráveis é um dos setores estratégicos para o crescimento econômico de um país.
 Em 2010, as projeções positivas para o setor de bens duráveis ajudou a impulsionar a indústria da transformação, segundo análises da FGV (Fundação Getúlio Vargas). A intenção de elevar o investimento na Indústria da Transformação era de 55% em 2011, como planejamento para atender ao crescimento da indústria de bens duráveis.
 O setor mais impulsionado foi o de material de transportes, parte da cadeira da indústria automotiva, muito incentivada pela equipe econômica do Governo Federal por meio dos cortes do IPI sobre a produção de automóveis no país adotados nos últimos tempos.  Em 2010, já era planejada altas nas estimativas de investimentos e de pessoal na indústria de bens duráveis brasileira.
 Desde então, com mais material de produção, equipamentos e pessoal, o setor estaria preparado para aumentar a produtividade, atender à crescente demanda e tentar vencer a concorrência dos produtos importados, principalmente, da China.
 Com maior capacidade produtiva, o setor ganha em competitividade, incluindo, principalmente, os aspectos de qualidade e custos. Porém, em 2011, esse setor no Brasil foi atingido pela crise financeira mundial eclodida em 2008, deixando um clima de incertezas sobre 2012.
 Porém, com a manutenção de cortes tributários, como a isenção de IPI, o setor conseguiu recuperação em 2012, obtendo o melhor resultado entre os quatro setores indústrias existentes no país. Em junho do mesmo ano, o setor obteve alta de 4,8%, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), após duas quedas verificadas em abril (-0,4%) e maio (-2,1%).
Fernando Rebouças.


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