terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

MECANIZAÇÃO NO CAMPO

A Mecanização no Campo mudou a rotina da produção e as relações de trabalho nas zonas rurais.
mecanizacao no campoO homem sempre foi dependente da natureza e da produção vinda do campo. Durante a maior parte de nossa história, a humanidade viveu atrelada aos fatores relacionados à produção no campo e buscando formas de aumentar sua produtividade. Mas esse avanço se deu, sobretudo, quando foram inventadas máquinas capazes de potencializar as tarefas. É a isso que se chama Mecanização do Campo, o que fez avançar enormemente nossas capacidades produtivas e que está sempre em constante evolução, respondendo a novas pesquisas e tecnologias.
 Desde que as máquinas passaram a fazer parte da realidade do campo, este nunca mais foi o mesmo. As novidades surgiram em consequência da Revolução Industrial, no século XVIII, que não só criou indústrias em centros urbanos, mas desenvolveu tecnologias que foram aplicadas à agricultura. A Mecanização no Campo adotou ferramentas que substituíram o trabalho de seres humanos ou facilitou suas atividades. Embora essa mecanização tenha gerado o desemprego de trabalhadores rurais, pode-se dizer que foi responsável por boa parte do desenvolvimento humano, pois, caso não houvesse modernização, o trabalho humano não daria conta de sustentar a população mundial de hoje.
 A Mecanização no Campo ao longo da história adotou máquinas como tratores, colheitadeiras e semeadeiras, tecnologias que aumentaram a produção em grande escala. A mecanização ajuda o produtor a preparar o solo para a plantação, faz a manutenção da lavoura, revoluciona o plantio e a colheita com operações rápidas e eficientes. Na agricultura moderna, o trator  é o grande símbolo de tecnologia aplicada. Faz-se, inclusive, a distinção de regiões mais mecanizadas de menos mecanizadas pela contagem do número de tratores existentes e pela avaliação da qualidade que apresentam.
 Por consequência dessa mecanização, o comércio de suas tecnologias se tornou um mercado milionário em todo o mundo, pois elas são fundamentais para a própria existência e sobrevivência do homem. Para se ter uma ideia, acreditava-se que no ano 2000 a produção de alimentos não seria suficiente para o crescimento populacional verificado, resultando em fome global. A melhoria das técnicas de plantio e a mecanização, contudo, impediram que testemunhássemos uma tragédia como essa. É público e notório que algumas regiões do mundo sofrem com a fome, especialmente o continente africano, mas não se trata de insuficiência de alimentos no mundo, e sim do desequilíbrio entre países ricos e países pobres, que, dentre outras coisas, evidenciam a péssima divisão da riqueza mundial.
Antonio Gasparetto Junior  

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