quarta-feira, 16 de maio de 2012

ECONOMIA DA OCEANIA

Os únicos países desenvolvidos do continente são a Austrália e a Nova Zelândia. Nas demais ilhas, a superpopulação, o isolamento territorial, a dispersão das comunidades, a distância dos grandes mercados mundiais, a precariedade das comunicações e a escassez de mão-de-obra qualificada constituem grandes óbices ao progresso econômico.
Pratica-se a agricultura em unidades familiares e, nas ilhas maiores, em sistema de latifúndio. Os produtos derivados do coco, como a copra, constituem as principais exportações de muitas ilhas. A cana-de-açúcar, o café, o cacau e as especiarias foram introduzidas em diversas regiões, para diversificar a produção agrícola. A pesca e a exploração madeireira têm relevância. Barcos da Coréia do Sul, de Formosa e do Japão operam no Pacífico, e a indústria de conservas de pescado é importante no Havaí, em Samoa, em Papua-Nova Guiné e nas ilhas Fidji e Salomão. Extrai-se ouro e cobre nas ilhas Fidji e Salomão e na Nova Guiné, e níquel na Nova Caledônia. Há jazidas de petróleo em Irian Jaya, porção indonésia da Nova Guiné, e em Nauru se obtêm fosfatos.
O Japão, os Estados Unidos, a Austrália e a França são os mais freqüentes parceiros comerciais dos países da Oceania. A partir da década de 1970, a melhoria dos serviços de comunicações permitiu o desenvolvimento do turismo, sobretudo no Havaí, nas ilhas de Guam, Fidji e na Polinésia francesa. As ilhas mais necessitadas recebem ajuda econômica de Austrália, França, Estados Unidos e Nova Zelândia.(Enciclopédia Barsa).

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