segunda-feira, 31 de outubro de 2011

RESREVA DO TAIM

Estação Ecológica do Taim, entre Rio Grande e Santa Vitória do Palmar.

BAÍA DE TODOS OS SANTOS

Maior reentrância do litoral brasileiro, a baía de Todos os Santos apresenta paisagem de rara beleza. De forma análoga à baía de Guanabara, desempenha papel de pequeno mar interior, com ativa navegação que tem por núcleo a cidade de Salvador BA, situada a sua entrada, na margem leste.
A baía de Todos os Santos, no Recôncavo Baiano, compõe-se de um conjunto de três baías separadas por grande número de ilhas, entre as quais a de Itaparica e a da Maré. Tem a forma aproximada de um retângulo, com trinta quilômetros de extensão no eixo leste-oeste, 35km no eixo norte-sul e cerca de 200km de perímetro. Apresenta características de ria, o que provavelmente significa que se originou da invasão de antigos vales fluviais pelo mar.
Entre as baías formadoras da baía de Todos os Santos está a de Itaparica, localizada entre a extensa ilha de mesmo nome e a margem oeste, dominada por terrenos do terciário. A segunda baía situa-se no interior, às margens da cidade de São Francisco do Conde. Tem aspecto deltaico junto ao continente, graças à presença de numerosas ilhas, e compõe-se de terrenos do terciário e do cretáceo. Limita-se a leste por outro agrupamento de ilhas, a maior delas conhecida como dos Frades. A terceira e mais vasta das baías destaca-se pela profundidade e por compreender a área petrolífera. Corresponde à metade leste e é formada por terrenos do cretáceo, salvo à entrada, onde Salvador se ergue sobre rochas cristalinas.
Em muitos trechos, a baía de Todos os Santos é baixa e apresenta manguezais. Recebe as águas do Paraguaçu e de vários outros rios. Integra a bacia sedimentar do Recôncavo, cujo eixo se caracteriza pela presença de importante fossa tectônica, que segue a direção norte-sul. As escarpas cristalinas da cidade de Salvador correspondem a uma das elevações (horsts) dessa fossa. O horst ocidental localiza-se nos arredores da cidade de Nazaré, a cerca de trinta quilômetros da baía. O fundo da baía é fortemente dobrado e fraturado por novas manifestações tectônicas, o que criou um relevo de colinas e solos de massapê muito férteis.
Fonte: Enciclopédia Barsa.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

BIOMAPAS

Projeto criado pela Petrobrás que mostra a biodiversidade brasileira em ambientes onde a empresa está presente. Neste caso, a Floresta Amazônica (Urucu - AM) e a Costa Marinha (Litoral brasileiro). Ao escolher a visualização de um deles, um mapa se abre e surgem ícones que trazem informações sobre a fauna e flora da região. Também é possível acessar vídeos sobre os temas.
http://www.petrobras.com.br/biomapas

TURMA 31 2011

Turma 31 - 3º ano do Ensino Médio
E.E.E.M. Profª Haydee Mello Ristirolla - São Leopoldo, RS.

MESQUITA AZUL

MESQUITA AZUAL - INSTAMBUL, TURQUIA.

CONFLITOS NA ÁFRICA

AGENCIA INTERNACIONAL DE ENERGIA ATOMICA

A Agência Internacional de Energia Atômica, cuja sigla é AIEA, foi criada como uma organização autônoma integrante da Organização das Nações Unidas em 29 de julho de 1957. A missão desta organização é promover o uso pacífico da energia nuclear.
A sede da AIEA está situada na cidade de Viena, na Áustria, e conta com a participação de 137 países membros. Todos os anos a organização realiza uma Conferência Geral. Nessa conferência são eleitos 35 membros para compor o Conselho de Governadores. O Conselho se reúne cinco vezes a cada ano.
As ações da organização são intergovernamentais visando análises, cooperação científica e disposições técnicas para o uso pacífico da produção nuclear nos países. A partir dos anos 90, perante a proliferação de armamentos atômicos no mundo, foram inseridas na AIEA as inspeções e investigações sobre o uso indevido de insumos atômicos na produção de armamentos e manipulação atômica sem fins pacíficos.
Utilizar a produção atômica para fins bélicos é considerado um desrespeito ao Tratado de Não-Proliferação Nuclear, qualquer desconfiança ou relatório por parte das equipes de inspeção é reportada ao Conselho de Segurança da ONU.
A organização mantém um banco de dados referido como INIS – International Nuclear Information System- que arquiva uma lista de países e empresas que utilizam a energia nuclear para fins pacíficos.
O Tratado de Não-Proliferação Nuclear é considerado o pacto mais importante fomentado pela AIEA e assinado em 1970. Nesse tratado, os países que não haviam fabricado armas atômicas até o ano de 1970, tinham o compromisso de não produzí-las ; e os países considerados potências atômicas comprometeram-se a reduzir seus arsenais nucleares.
Oficialmente, até os dias atuais, os países considerados potências nucleares são: EUA, Rússia, China, Reino Unido e França, que ao mesmo tempo compõem o Conselho de Segurança da OUN.
Em 25 anos seria feita uma revisão do tratado. A revisão ocorreu em 1995, o acordo foi prorrogado por tempo indeterminado em reunião realizada em Nova York; nessa revisão detectou-se que o mundo possuía mais armas nucleares e que o tratado estava sendo desobedecido.
Além da criaçao de zonas livres de armas nucleares no mapa do mundo, a reunião de Nova York especificou a necessidade de realizar , a cada cinco anos, conferências de averiguação de todos os países para verificação do cumprimento do tratado.
Fernando Rebouças.


quarta-feira, 26 de outubro de 2011

ROTA DO TSUNAMI OCORRIDO NO JAPÃO

Fonte: G1







A POPULAÇÃO DAS AMÉRICAS

As principais características da estrutura demográfica do continente americano são a baixa densidade média de população e a forma desigual como se distribui. Durante o século XX, os habitantes do continente concentraram-se de modo crescente nas cidades, tanto na América do Norte quanto na Central e na do Sul, o que deixou grandes espaços interiores com escassa ou nenhuma população.
A exemplo de outros aspectos históricos e humanos, a América do Norte e a Latina apresentam modelos demográficos muito diferenciados. Nos Estados Unidos e no Canadá o crescimento da população reduziu-se muito nas últimas décadas do século XX, em conseqüência da elevação do nível de vida e das restrições à imigração decretadas após a segunda guerra mundial. A população concentra-se principalmente nas cidades da costa oeste (Seattle, Vancouver, San Francisco, Los Angeles, San Diego), na região dos grandes lagos (Milwaukee, Chicago, Detroit, Cleveland, Buffalo, Toronto), nas extensas bacias do Mississippi e do Missouri (Minneapolis, Memphis, Kansas City, Saint Louis, Indianápolis) e, sobretudo, no litoral nordeste dos Estados Unidos, onde se encontra um conjunto urbano de aproximadamente mil quilômetros entre Boston e Richmond, com grandes cidades como Nova York, Filadélfia, Baltimore e Washington. As regiões frias do Canadá e do Alasca, as montanhas Rochosas e a grande planície dos Estados Unidos são as zonas menos povoadas do subcontinente; as cidades do sul e do sudeste (Houston, Nova Orleans, Atlanta, Miami) têm recebido grande número de imigrantes internos, a exemplo do que ocorre na costa da Califórnia.
Na América Latina ocorrem taxas de crescimento vegetativo muito elevadas em virtude da conjugação de índices de natalidade muito altos com índices de mortalidade relativamente baixos, próximos aos dos países desenvolvidos. As densidades demográficas são, em geral, baixas devido à existência de grandes territórios quase desabitados (selvas virgens, montanhas, desertos e estepes áridas); além disso, a população tende a abandonar o campo e a se concentrar nas grandes capitais e nos centros urbanos regionais que, em muitos casos, abrigam a maior parte dos habitantes dos respectivos países. Tal fenômeno de "macrocefalia" ocorre principalmente no planalto mexicano (Cidade do México, Puebla, Guadalajara, Monterrey), na América Central (Guatemala, San Salvador, Tegucigalpa, Manágua, São José da Costa Rica, Cidade do Panamá), na região costeira da Venezuela (Caracas, Maracaibo), em vários conglomerados urbanos do Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Curitiba, Recife, Porto Alegre) e no estuário do rio da Prata (Montevidéu e Buenos Aires).
Outros núcleos urbanos importantes são Tampico e Veracruz, no golfo do México; Havana, em Cuba; Medellín, Bogotá, Quito e Guayaquil, na zona andina da Colômbia e do Equador; Callao e Lima, no Peru; La Paz, Sucre e Potosí, no planalto boliviano; Santiago, no Chile; e algumas outras cidades situadas no interior da América do Sul, como Manaus e Brasília, no Brasil, e Córdoba, Santa Fé e Rosário, na Argentina.
A expansão acelerada da população urbana na América Latina, devido tanto ao crescimento natural das cidades quanto ao êxodo rural, tem causado graves problemas -- como o desemprego, o déficit habitacional, as deficiências alimentares e a carência de serviços sociais -- em muitos desses centros. A Cidade do México, o Rio de Janeiro e Buenos Aires são exemplos de um tipo de crescimento urbano desordenado que não conseguiu estabelecer uma relação econômica adequada com os territórios circundantes.
Etnografia. Do ponto de vista etnográfico, a população americana é composta por três grandes grupos humanos: os ameríndios, divididos em várias sub-raças; os brancos, originários de diferentes pontos da Europa; e os negros, descendentes dos escravos procedentes da África. Os índios americanos constituem hoje uma minoria no conjunto do continente, embora hajam sobrevivido em estado puro ou com diversos graus de mestiçagem no Canadá, nas reservas dos Estados Unidos e em quase toda a América Latina.
Cerca da metade da população canadense é de origem inglesa e aproximadamente trinta por cento de origem francesa; o restante é constituído por descendentes de imigrantes europeus de outras nacionalidades e por uma reduzida porcentagem de indígenas e esquimós. A maioria dos habitantes dos Estados Unidos são brancos, sobretudo de origem anglo-saxônica; os negros constituem cerca de 12,5% da população, que inclui ainda importantes minorias de hispânicos (principalmente latino-americanos), asiáticos e judeus.
Índios e brancos coexistem no território mexicano, embora a maior parte da população seja composta por mestiços, com variáveis níveis de cruzamento entre as raças. A América Central é habitada por brancos, negros, índios e mestiços, à exceção da Costa Rica, povoada quase que exclusivamente por brancos. Nas Antilhas a população indígena desapareceu nos primeiros séculos da colonização; isso fez com que a maior parte da população atual seja composta por brancos, negros e mulatos.
Apesar da mortandade maciça de índios, em conseqüência das epidemias trazidas do Velho Mundo e dos trabalhos forçados impostos pelos colonizadores, a população indígena e mestiça da América do Sul continua sendo majoritária na Colômbia (chibchas), no Equador, no Peru, na Bolívia (quêchuas e aimarás) e no Paraguai (guaranis), além de manter importantes redutos na Venezuela, nas Guianas, no Chile e na Terra do Fogo. A população negra e mulata é importante no Brasil e predomina nas Guianas, enquanto os brancos são maioria no Chile, na Argentina, no Uruguai e, em menor proporção, no Brasil.
A América se divide em duas grandes áreas lingüísticas: a América anglo-saxônica, constituída pelos Estados Unidos e pela maior parte do Canadá, e a América Latina (espanhola e portuguesa), que abrange desde o México até o extremo meridional da América do Sul. O espanhol é falado em vários pontos dos Estados Unidos (população de origem hispânica), no México, na América Central, nas principais ilhas do Caribe (Cuba, República Dominicana e Porto Rico) e em toda a América do Sul, à exceção das Guianas (que utilizam o inglês, o francês e o holandês) e do Brasil, onde se fala o português. O inglês é a língua oficial dos Estados Unidos e do Canadá, de alguns países da América Central e das Antilhas (Belize, Jamaica e diversas ilhas menores) e da Guiana. Além desses grandes grupos lingüísticos, cabe assinalar a presença de outros idiomas de menor uso: o francês, no leste do Canadá (Quebec e Nova Brunswick), no Haiti, nas Antilhas francesas e na Guiana Francesa; o holandês, no Suriname, e diversas línguas ameríndias no Canadá (esquimó e atapasco), Estados Unidos (sioux, atapasco etc.), México (náuatle e maia, principalmente), Colômbia (chibcha), Andes setentrionais e centrais (quíchua e aimará), Amazônia (aruaque, tupi-guarani), Paraguai (guarani) e sul do Chile (mapuche).
Fonte: Enciclopédia Barsa.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

CINCO SOLUÇÕES PARA O TRÂNSITO

Fonte: G1.com.br

POPULAÇÃO AFRICANA

A África é um continente relativamente pouco povoado: sua densidade demográfica é de cerca de 17 habitantes por quilômetro quadrado, só superior à da Oceania. As zonas desérticas, as montanhas da África oriental e o litoral ocidental sul são regiões praticamente desabitadas, enquanto que as costas mediterrâneas e do golfo da Guiné, os planaltos orientais e os litorais do sul e do sudeste do continente abrigam as maiores concentrações humanas, com densidades que, no entanto, quase nunca ultrapassam cem habitantes por quilômetro quadrado. A estrutura demográfica do continente africano se caracteriza pela alta taxa de natalidade, parcialmente compensada por uma mortalidade infantil também bastante elevada, embora esta tenda a diminuir com a progressiva introdução de medidas higiênicas e de assistência médica. Por conseguinte, o crescimento vegetativo é rápido (cerca de três por cento ao ano).
A população do continente se divide, étnica e culturalmente, em dois grandes grupos, separados pela barreira geográfica do Saara. Ao norte fica a África branca, composta de povos de raça mediterrânea misturados em alguns casos com elementos negróides; as principais sub-raças brancas são os grupos caucasóides (berberes do Atlas, cuchitas etíopes) e os semitas (árabes). Ao sul do Saara, a África negra compreende vários grupos principais: os pigmeus das selvas equatoriais, de baixa estatura (menos de um metro e meio) e traços mongolóides; o grupo khoi-san, localizado nos desertos e planaltos meridionais e compostos por bosquímanos e hotentotes, também com traços mongolóides; os sudaneses das savanas da zona boreal, altos e esbeltos; e os bantos da África central e austral, que são os mais numerosos. Outras sub-raças locais são as dos guinéus, baixos e de pele clara, os nilóticos, muito altos, e os etíopes, fruto de uma antiga mestiçagem entre povos de raças branca e negra. No continente africano há também vários milhões de habitantes de origem européia, localizados sobretudo na África do Sul, no Zimbábue e na zona mediterrânea. A ilha de Madagascar é habitada por malgaxes, de raça mongolóide.
O árabe, com seus muitos dialetos, é a língua oficial em toda a zona setentrional de raça branca, mas também se falam idiomas camitas no Atlas (berberes) e no Saara (tuaregues). As línguas nígero-congolesas e, sobretudo, o banto, com grande diversidade de dialetos, são as predominantes na África negra, ao lado das nilo-saarianas e das khoi-san. Línguas importantes são o suaíle, dialeto banto utilizado como língua comercial na África oriental, o africânder (República da África do Sul) e ainda o inglês, o francês e o português, oficializadas em vários países carentes de uma língua local de uso generalizado pela população.
Os três principais tipos de crenças religiosas professadas no continente africano são o islamismo, espalhado por toda a zona setentrional e parte do planalto sudanês e da Somália; o cristianismo, difundido por missionários de diversas igrejas nas regiões da África central e meridional; e o conjunto de religiões animistas praticadas pela maioria da população negra.
Fonte: Enciclopédia Barsa.


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

BIOMAS ECOSSISTEMAS E DOMINIOS

Bioma, domínio e ecossistema  são termos ligados e utilizados ao mesmo tempo nas áreas da biologia, geografia e ecologia, mas, não significando em absoluto que sejam palavras referentes a um mesmo conceito. São todos empregados quando se pretende dividir um território de acordo com suas paisagens naturais.
 Biomas  são grandes áreas ou ecorregiões geográficas, de até mais de um milhão de quilômetros quadrados (uma dimensão que equivale a pouco menos que o estado do Pará ou a África do Sul), com condições ambientais específicas, onde ocorre interação entre os fatores no conjunto natural (relevo, clima, vegetação, fauna, hidrografia e solo). Apesar da diversidade de vegetação, a paisagem apresenta-se com certa uniformidade, havendo porém, dificuldade de definição de seus limites naturais.
Como exemplo de biomas, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), temos:
•Mata Atlântica
 •Cerrado
 •Amazônia
 •Caatinga
 •Pantanal
 •Pampa
 Domínio é o conjunto natural em que há interação entre o clima e os elementos relevo ou vegetação determinantes. Possui o domínio certa ordem de grandeza, geralmente apresentando-se como uma área menor que o bioma. Neste conjunto há certa coerência nos aspectos de relevo, tipos de solo, vegetação, clima e hidrografia. Modernamente, substitui o termo zona (como por exemplo, zonas tropicais, zonas temperadas, subtropical, etc.). Definimos os domínios morfoclimáticos brasileiros a partir de características climáticas, botânicas, pedológicas, hidrológicas e fitogeográficas, havendo seis importantes destes espaços em território brasileiro:
 •Domínio Amazônico
•Domínio dos Cerrados
 •Domínio dos Mares de Morros
 •Domínio das Caatingas
 •Domínio das Araucárias
 •Domínio das Pradarias
Finalmente, o ecossistema é uma comunidade de organismos que interagem entre si e com o meio ambiente ao qual pertencem. Exemplos de meio ambiente são lagos, floresta, savana, tundra, etc. É complexo que compõe o ecossistema onde ocorre a interação entre seres vivos e os elementos não-vivos (bióticos e abióticos), havendo a transferência de energia e matéria entre eles. Um domínio pode conter mais de um bioma e de um ecossistema.
 Os principais ecossistemas brasileiros são:
 •Floresta Amazônica
 •Mata Atlântica
 •Cerrado
 •Caatinga
 •Campos
 •Pantanal
 •Restingas e Manguezais
É importante notar os diferentes biomas, domínios e ecossistemas presentes no território nacional, atestando a diversidade climática, vegetal, animal e de relevo que estão contidas entre as fronteiras terrestres. Tal variedade cultural e paisagística, além da falta de praticamente qualquer conflito étnico e fronteiriço deixa o Brasil em posição privilegiada, ressaltando seu potencial turístico, sobretudo o turismo ecológico.
Emerson Santiago


Apple termina pregão como maior do mundo em valor de mercado

Companhia já havia passado o valor da Exxon Mobil no pregão de terça.
Veja o caminho da empresa de Steve Jobs da quase falência até o topo.
Fonte: G1

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

CALOR NO ARTICO

No Ártico, a quantidade de calor proveniente do Sol aumentou quatro vezes nos anos 1979-2009. Os dados foram divulgados em março de 2009, num encontro em Copenhague, Dinamarca. Os dados foram adquiridos através de estudos feitos pela NASA com imagens de satélite.
A causa seria a perda de superfície branca de gelo, pois a sua perda também acelera o processo de derretimento. Os estudos da Nasa foram avaliados a partir de imagens obridas desde 1973 , em áreas próximas do Alaska. Enquanto as placas brancas congeladas refletem a luz solar, o mar (derretido) absorve calor e contribui para o derretimento da calota.
Entre 1998 e 2008, por exemplo a perda de gelo na superfície durante o verão fora 26 % acima do normal, nas décadas anteriores fora de 4 %. Na questão do aquecimento global, a região do Ártico pode estar sofrendo no estágio de “ponto de virada”, estágio no qual a situação não pode mais ser revertida.
O estágio de colapso seria a perda total de gelo na época do verão, cuja perda de gelo está prevista em 40 %, o gelo do oceano Ártico deixaria de existir nas épocas de verão. Até 2030, as calotas poderão deixar de existir, mas tem-se esperança no processo de recuperação do sistema da região.
Fernando Rebouças.


quarta-feira, 19 de outubro de 2011

ABORIGENES AUSTRALIANOS

Os aborígenes australianos são a população nativa australiana. Têm a pele negra, como os negros africanos, embora se diferenciem destes por diversos outros traços físicos. Actualmente, representam apenas duzentos mil dos vinte milhões de habitantes da Austrália. Praticam uma religião animista. Sofreram um grande decréscimo populacional com o início da invasão europeia em 1770.
Os aborígenes australianos descendem, provavelmente, de emigrantes africanos que, há cerca de cinquenta mil anos, cruzaram o mar, usando canoas e toscas embarcações. Nessa época, a Austrália era ligada à Nova Guiné e era muito mais verde e menos desértica do que hoje, possuindo vários rios caudalosos que se transformaram posteriormente em córregos ou desapareceram.
Os ingleses colonizaram a ilha no século dezoito. Encontraram trezentos mil aborígenes, divididos em mais de quinhentos grupos. Uns com apenas cem membros, outros com mil e quinhentos, conforme a diversidade e abundância de recursos alimentares. Falavam duzentas línguas - hoje apenas vinte se mantêm fortes. Os ingleses trataram os aborígenes como pessoas de segunda categoria e foram bastante violentos com eles. Houve massacres enormes, leis discriminatórias e a religião quis apagar os traços dos cultos animistas.

Em 1806, o racismo dos colonizadores e soldados os levou a violar locais sagrados aborígenes e a caçar aborígenes por prazer[carece de fontes]. Em meados dos anos 1900, com a Austrália já independente da Inglaterra, a discriminação racial contra qualquer indivíduo que não fosse de ascendência inglesa continuava. Entre 1910 e 1970, o governo da Austrália retirou cem mil crianças aborígenas - a maioria de pele clara - aos pais e internou-as em centros educativos para incutir nelas a cultura ocidental. Os australianos chamam de "geração roubada" a essas crianças. Recentemente, John Howard, primeiro-ministro da Austrália, lamentou publicamente esse fato, mas não quis pedir desculpas oficiais, pois isto iria acarretar em milhões de dólares de indenizações para as famílias ou seus descendentes.

Até 1962, os aborígenes não votavam. Puderem recensear-se pela primeira vez cinco anos depois.
Por volta de 1965, a população de aborígenes puros chegava a pouco mais de quarenta mil, pois foram massacrados pelos colonizadores e expulsos das terras produtivas, migrando para regiões desérticas ou para o norte da Austrália. Os soldados ingleses visitavam localidades aborígenes oferecendo presentes, artefatos e outras coisas de interesse da aldeia. E a festa acontecia, enquanto outros soldados envenenavam com arsênico a comida e toda a água potável que eles tinham. Vilas inteiras aborígenes foram dizimadas pelo uso de arsênico[carece de fontes]. O rum, primeiramente importado da Inglaterra, era oferecido gratuitamente para aldeias aborígenes, pois os ingleses sabiam que eles tinham o hábito de beber sem parar por uma semana consecutiva, até que o coma alcoólico ocorresse. Os ingleses se aproveitavam também do estado de embriaguês dos aborígenes para incitar guerras entre aldeias e deixar que eles mesmo se aniquilassem[carece de fontes].
Mais tarde, os aborígenes foram recrutados para trabalhar em fazendas de gado. O pagamento era muito inferior ao dos trabalhadores brancos[carece de fontes]. As justificativas para tal procedimento eram a de que os aborígenes não tinham intimidade com os cavalos (o que era verdade, pois eles eram nómadas e andavam sempre a pé) e a de que os aborígenes eram vagarosos e insolentes. Porém os aborígenes suportavam tranquilamente o calor, por ter pele bastante negra, ou cor de chocolate, enquanto os trabalhadores brancos ficavam com bolhas e queimaduras de sol.
Atualmente, várias leis antidiscriminação foram introduzidas pelo governo para toda a Austrália. A discriminação racial passou a ser um crime grave. Contudo, os aborígenes ainda sofrem muitas discriminações: em comparação com a população branca, os salários são três vezes inferiores, a taxa de desemprego é cinco vezes superior, a taxa de mortalidade infantil é o dobro e, em média, vivem dezoito anos menos. São a maioria dos reclusos nas prisões. Apenas trinta e três por cento dos aborígenes completam o ensino superior.

Apesar de muitos estarem bastante integrados na sociedade actual, o que inclui uma forte actuação na política, nas artes e em todas as áreas de trabalho[carece de fontes] e direito ao voto, a maioria ainda continua vivendo isoladamente em terras e regiões longe das grandes cidades.


WAT CHAIWATTHANARAM

Wat Chaiwatthanaram  é um templo budista na cidade de Ayutthaya, na Tailândia, na margem oeste do rio Chao Phraya.
Fonte de texto: Wikipédia.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

MOLLES DA BARRA

MOLLES DA BARRA - RIO GRANDE.

BAÍA DE PARANAGUÁ

A baía de Paranaguá, a mais importante do sul do Brasil, se destaca não apenas pela extensão e importância econômica de seu porto, mas também pela localização em área de atração turística.
Situada no sul do estado do Paraná, entre a ponta Inácio Dias e a ponta do Sul, a baía de Paranaguá tem 667km2 de superfície, quarenta quilômetros de extensão e vinte de largura. Em termos nacionais, Paranaguá só perde em tamanho para a baía de Todos os Santos, na Bahia. Liga-se ao oceano Atlântico por três barras: a de Superagui, ao norte, entre a praia desse nome e a ilha das Peças; a barra Grande, entre a ilha das Peças e a do Mel; e a barra do Sul, entre a ilha do Mel, uma das principais atrações turísticas da região, e o continente.
No interior da baía de Paranaguá encontram-se diversas ilhas, entre elas as de Cotinga, Rasa, das Pedras, das Palmas e das Cobras, e enseadas próprias para a construção de portos. Na margem sul situa-se a cidade histórica de Paranaguá e o porto de mesmo nome, fundado em 1585 por exploradores portugueses e uma das mais importantes vias de escoamento das exportações de cereais, café, erva-mate, feijão e banana, entre outros produtos.
Fonte: Enciclopédia Barsa.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

RIO SUBTERRÂNEO CORRE DEBAIXO DO AMAZONAS

Investigadores brasileiros descobriram indícios da existência de um rio subterrâneo de mais de seis mil quilômetros de extensão, que corre abaixo do Amazonas, no Brasil, segundo informa o Observatório Nacional. A descoberta, que faz parte de um trabalho de doutoramento realizado na instituição, foi feita a partir da análise das temperaturas de 241 poços profundos perfurados pela Petrobras, nas décadas de 1970 e 1980.
O estudo foi apresentado no 12º Congresso Internacional da Sociedade Brasileira de Geofísica, no Rio de Janeiro. “A partir dos resultados obtidos, foi possível identificar a movimentação de águas subterrâneas em profundidades de quatro mil metros nesta região”, explica, em comunicado, a instituição responsável pela investigação. O curso de água subterrâneo encontrado possui um percurso similar ao do rio Amazonas, e corre a um fluxo de três mil metros cúbicos por segundo.

Essas características, segundo Valiya Hamza, o professor orientador da investigação, levada a cabo por Elizabeth Tavares Pimentel, da Universidade Federal do Amazonas, são semelhantes às de um rio subterrâneo. A metodologia utilizada baseou-se na identificação de sinais térmicos típicos de movimentos de fluidos em meios porosos. O estudo abrange as áreas das bacias sedimentares dos rios Acre, Solimões, Amazonas, Marajó e Barreirinhas, todos com leitos nas regiões norte e nordeste do Brasil. O rio Amazonas é considerado o segundo rio mais extenso do mundo e o de maior fluxo de água por vazão. A nascente deste rio está localizada no sul do Peru, mas a maior parte do leito corre em território brasileiro, no estado do Amazonas. Em homenagem ao orientador das investigações, do Laboratório de Geotermia do Observatório Nacional, os cientistas nomearam este fluxo subterrâneo de «Rio Hamza».
Fonte: Ciência Hoje.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

AMAZÔNIA

Infográfico do Programa Globo Amazônia que traz imagens dos campos Amazônicos, de áreas onde o meio de transporte mais usado é a bicicleta, as obras da usina de Santo Antônio, as queimadas, os períodos de seca entre outras. Através dos comandos na parte final da figura é possível aproximar, girar, afastar e na parte de baixo, no mapa, basta clicar nas figuras para mudar os temas visualizados.
http://g1.globo.com/Amazonia/amazonia360/riomadeira.html

10 ANOS DO 11 DE SETEMBRO DE 2001

O complexo do World Trade Center teve a sua imponência destruída quando  as Torres Gêmeas foram derrubadas, forçadamente, depois de sofrerem colisões provocadas por dois aviões, cujos voos eram domésticos e estavam sob poder de sequestradores terroristas  durante os ataques do dia 11 de setembro de 2001, nos EUA.
Além das Torres Gêmeas, os EUA foram alvo de sucessivos ataques terroristas que se resumiram no seqüestro de quatro aviões,dois foram utilizados contra as Torres Gêmeas (Word Trade Center), em Nova York,  um contra as instalações do Pentágono, e o quarto avião, o voo 93, caiu num campo da Pensilvânia, após conflito interno entre os passageiros e terroristas. O então presidente norte-americano, George W.Bush, iniciou a guerra contra o terror.
 Dez anos depois , o autor dos atentados terroristas realizados contra os EUA , Osama Bin Laden, já havia sido morto, em maio de 2011, pelo governo do presidente americano Barack Obama. Em setembro de 2011, os EUA se encontrou num momento de  endividamento e  crises econômicas iniciadas ainda no governo Bush, para patrocinar a crise contra o terror e manter a economia norte-americana aquecida.
Ainda no governo Bush, os EUA iniciou uma redução abrupta de juros, estímulou o consumo,  manteve despreocupação com o  endividamento das famílias e  da dívida pública  dos EUA .
No período de 2001 a 2011, os EUA registraram crescimento econômico, mas não demonstrou capacidade de recuperação eficaz após os atentados. O  Brasil e outras economias emergentes sofreram menores dificuldades para manterem suas contas e seus níveis de recuperação.
No aspecto religioso, depois do 11 de setembro, iniciou-se nos EUA e no Mundo um processo social de intolerância  à comunidade islâmica, sendo o islamismo identificado como  a religiosidade base de determinados grupos terroristas radicais do Oriente , o que exigiu um coletivo trabalho de divulgação da verdadeira cultura e religião islâmica para combater qualquer tipo de preconceito.
Na indústria do cinema, Hollywood resolveu não explorar o 11 de setembro como temática permanente de seus filmes, em respeito do trauma coletivo que se espalhou no país, os produtores decidiram repensar determinadas temáticas que abordavam sobre terrorismo em seus filmes e se afastaram da ideia de reproduzir o ocorrido em suas produções, diferente do que ocorreu depois da Segunda Guerra Mundial e da Guerra do Vietnã, temas que geram filmes até os dias atuais. Dentre os filmes hollywoodianos feitos sob a temática do 11 de setembro, somente dois estúdios se arriscaram a produzir algo, como a Universal, que lançou o filme “Voo 93” no ano de 2006; e a Paramount que, no mesmo ano, lançou World Trade Center.
Fernando Rebouças.


BACIA SEDIMENTAR

As bacias sedimentares são um elemento importantíssimo do relevo terrestre, pois constituem a maior fonte de informações sobre o passado da Terra, principalmente no que diz respeito aos tipos de fauna e flora e constituições do relevo que já existiram na superfície.
 As bacias sedimentares são depressões na superfície que, com o tempo, foram sendo preenchidas por sedimentos (substâncias depositadas nestas depressões) de três tipos principais diferentes de acordo com a origem: estruturas ou materiais de origem biológica como restos de animais, fragmentos de conchas, ossos, recifes de coral (até mesmo inteiros), ou restos de animais; materiais depositados pelo efeito da erosão de áreas adjacentes à bacia pela ação do vento, água, geleiras ou rios; e materiais precipitados em corpos d’água dentro da bacia (quando no local da bacia existiu um lago, ou mesmo regiões ocupadas pelo mar, por exemplo). Ainda de acordo com a origem dos sedimentos, podemos dividir as bacias sedimentares em três tipos: aquelas que são constituídas exclusivamente por sedimentos do meio terrestre; as que são constituídas exclusivamente por sedimentos do meio marinho; e as que são constituídas por sedimentos de ambos os meios, sendo este último o tipo mais comum.
De acordo com o tipo de material depositado e outras características da bacia sedimentar os estudiosos da Estratigrafia (ciência que estuda os estratos – camadas – do relevo) conseguem dizer que tipo de relevo existiu naquele determinado local e como ele se formou e modificou ao longo do tempo. A Estratigrafia, aliás, é uma das ciências que possibilita aos paleontólogos afirmar sobre a existência de espécies diferentes de animais (como os dinossauros, por exemplo), em uma determinada época.
As bacias sedimentares, assim como a maior parte do relevo terrestre, são áreas que estão em constante processo de renovação. Devido ao depósito constante de sedimentos, ou a outros fatores tectônicos, elas continuam “afundando” (movimento chamado de “subsidência”) cedendo espaço para mais camadas de sedimentos que vão sendo depositados. Só que este movimento é muito lento e não pode ser percebido facilmente em um período de tempo curto (a deposição de uma camada significativa de sedimentos leva alguns milhares de anos para ocorrer).
Na maioria dos casos as bacias sedimentares estão localizadas em regiões limítrofes de placas tectônicas  e são classificadas em: bacias extensionais, quando localizadas nas margens construtivas das placas; bacias colisionais, quando localizadas em margens destrutivas de placas; bacias transtensionais, quando localizadas nas margens transformantes de placas tectônicas. E, existem ainda, as bacias sedimentares formadas em locais longe dos limites de placas tectônicas, como as bacias intra-cratônicas, formadas aparentemente, por movimentos do manto terrestre.
O Brasil tem cerca de 60% de seu território ocupado por bacias sedimentares dividas em três tipos: as de grande extensão, como as bacias Amazônica, do Parnaíba (ou Meio-Norte), do Paraná (ou Paranaica) e a Central; as de menor extensão, como as bacias do Pantanal Mato-Grossense, do São Francisco (ou Sanfranciscana), do Recôncavo Tucano e a Litorânea; e, ainda bacias muito pequenas denominadas de bacias de compartimento de planalto, como as bacias de Curitiba, Taubaté e São Paulo, entre muitas outras.
Caroline Faria.


quinta-feira, 13 de outubro de 2011

ANGKOR

TEMPLO DE ANGKOR - SEDE DO IMPÉRIO KHMER (ENTRE OS SÉCULOS IX E XIII), ATUAL CAMBOJA.

GEOGRAFIA URBANA

Geografia urbana é o termo utilizado para designar os estudos dedicados às cidades, bem como seu processo de produção urbana, em outras palavras, o modo como se dá a expansão da cidade, a configuração da mesma, e o modo como as pessoas irão se agrupar sob determinadas lógicas sociais, originando os denominados “tecidos urbanos”.
Dentro das ideias elaboradas pela geografia urbana temos que o meio urbano, a contrário do rural possui uma dinâmica própria, nunca sendo um conjunto coeso sob o mesmo período temporal. Isto equivale dizer que de tempos em tempos, camadas de novas configurações urbanas e populacionais irão se instalar sob determinada área não planejada, suplantando uma realidade anterior daquela mesma região. Como definia o falecido geógrafo Milton Santos, “a cidade é uma sucessão de tempos desiguais”, ela não cresce e se desenvolve de maneira uniforme. Podemos ter setores menos desenvolvidos e economicamente desvalorizados, que praticamente são amputadas do desenvolvimento do restante do corpo urbano, constituindo, em casos mais extremos, verdadeira “cápsula do tempo”; por outro lado, setores de centros mais desenvolvidos e cosmopolitas estão a cada momento renovando-se, alimentados principalmente pela sua dinâmica econômica e alta mobilidade social de seus habitantes. Assim, a partir de tais premissas, a observação do ambiente concreto se faz indispensável, de modo a identificar os pontos em que ocorrem a modificação do meio.

Importante ressaltar que pouco mais de 50% da população do globo vive em áreas consideradas urbanas de acordo com a ONU (mesmo levando em conta certa dificuldade na metodologia utilizada para definir áreas urbanas e não-urbanas), sendo que no Brasil temos aproximadamente 81% da população em áreas urbanas.
Mesmo com esses números, entendem os geógrafos concentrados no estudo das áreas urbanas que o conceito de “urbano” como universal vai além dos números, pois até os habitantes do meio rural são confrontados com o fenômeno urbano em sua vida cotidiana, e a visão dos meios urbano e rural como duas entidades completamente distintas não corresponde rigorosamente à realidade observada pela geografia nos tempos de hoje, mesmo persistindo tal divisão física, o processo dinâmico em que o ser humano moderno está inserido é claramente comandado pelo meio urbano. Tanto é assim que se demonstra claramente a avidez do habitante das regiões rurais em consumir os bens produzidos pelos centros urbanos, graças ao incremento das redes de comunicação e transporte, fenômeno este que se observa facilmente em todas as regiões do Brasil. Desse modo, a importância dos estudos urbanos para a geografia, em especial no tocante à análise da realidade brasileira é indispensável.
Emerson Santiago


GEOGRAFIA DO ACRE

A incorporação do Acre ao Brasil foi um fato singular na história do país: deveu-se às populações do Nordeste, que povoaram o território e o tornaram produtivo, repetindo proeza dos bandeirantes dos séculos XVI e XVII.
A ocupação da região começou na segunda metade do século XIX, quando nordestinos flagelados pelas secas acorreram para lá em busca da riqueza natural dos seringais. No entanto, a incorporação definitiva do Acre ao Brasil se deu no começo do século XX, após décadas de conflitos armados e disputas diplomáticas com a Bolívia e o Peru.
O estado do Acre situa-se no sudoeste da Amazônia brasileira, na região Norte, onde ocupa uma área de 153.150km2. Limita-se com o estado do Amazonas, ao norte; o Peru, ao sul; a Bolívia, a sudeste; e o estado de Rondônia, a leste. Sua capital é Rio Branco.
Geografia física. Praticamente todo o relevo do estado do Acre se integra no baixo platô arenítico, ou terra firme, unidade morfológica que domina a maior parte da Amazônia brasileira. Esses terrenos se inclinam, no Acre, de sudoeste para nordeste, com topografia, em geral, tabular. No extremo oeste se encontra a serra da Contamana ou do Divisor, ao longo da fronteira ocidental, com as maiores altitudes do estado (609m). Cerca de 63% da superfície estadual fica entre 200 e 300m de altitude; 16% entre 300 e 609; e 21% entre 200 e 135.
O clima é quente e muito úmido, do tipo Am de Köppen, e as temperaturas médias mensais variam entre 24 e 27o C. As chuvas atingem o total anual de 2.100mm, com uma nítida estação seca nos meses de junho, julho e agosto. A floresta amazônica recobre todo o território estadual. Muito rica em seringueiras da espécie mais valiosa (Hevea brasiliensis), a floresta garante ao Acre o lugar de primeiro produtor nacional de borracha. Os principais rios do Acre, navegáveis apenas nas cheias (Juruá, Tarauacá, Embira, Purus, Iaco e Acre), atravessam o estado com cursos quase paralelos e só vão confluir fora de seu território.
População. É escassa a população do estado. Mais da metade concentra-se em dois municípios, Rio Branco e Cruzeiro do Sul. A distribuição geográfica da população, dispersa ao longo dos rios, reflete a dependência da navegação fluvial para as comunicações. Pouco mais da metade dos habitantes vive na zona rural, e cerca de sessenta por cento da população ativa ocupa-se de atividades extrativas. Povoações distantes entre si por dias de caminhada pela floresta e que por vezes, no período das chuvas, ficam completamente isoladas, dificultam a irradiação da saúde pública. Dos municípios, apenas Rio Branco tem abastecimento de água encanada, mas não possui serviço de esgoto, o que impede o controle da disenteria amebiana endêmica. A malária é a maior causa de mortalidade infantil.
 Economia. A economia acriana repousa na exploração de recursos naturais. O mais importante é a borracha, produto no qual se baseou o povoamento da região. A extração da borracha se faz ao longo dos rios, pois a seringueira é árvore de mata de igapó. Os tipos produzidos são caucho, cernambi caucho, cernambi rama e cernambi seringa. A maior parte da produção estadual cabe à bacia do rio Purus. Nessa região destaca-se o vale do rio Acre, que, além de possuir o maior número de seringueiras, é também região rica em castanheiras. A floresta acriana é também objeto de exploração madeireira, e a caça nela praticada parece contribuir de forma substancial para a alimentação local.  A agricultura reduz-se a pequenas culturas de mandioca, feijão, cana-de-açúcar e arroz. A indústria de transformação compreende pouco mais que algumas serrarias e pequenas fábricas de rapadura e de farinha de mandioca. Como os rios mantêm no estado cursos aproximadamente paralelos, as comunicações entre os diversos vales se fazem pelas confluências, o que envolve longos percursos. Com a conclusão das estradas que integram a ligação Rio Branco-Porto Velho-Cuiabá-Limeira, o Acre passou a contar com transporte rodoviário para o Sudeste do país.
Fonte: Enciclopédia Barsa.


terça-feira, 11 de outubro de 2011

O CLIMA DA OCEANIA

A maior parte da Oceania está na zona intertropical. A metade sul da Austrália, assim como a Tasmânia e a Nova Zelândia, estão situadas abaixo do trópico de Capricórnio e, portanto, apresentam um clima mais moderado, oceânico, em que as variações térmicas são muito pouco acentuadas.
Devido a seu caráter maciço, a Austrália apresenta um clima de maiores contrastes térmicos. No centro, em Alice Springs, as temperaturas médias mensais variam de 12o a 28o C. No litoral sul da Austrália, o inverno é muito moderado, e só a Tasmânia é bem mais fria no inverno, com temperatura de até 7o C em Hobart em julho. As precipitações são freqüentemente mais abundantes que na maioria dos países tropicais úmidos, embora haja também regiões secas, como a Austrália central, a dorsal seca do Pacífico equatorial, em cujo centro estão as ilhas Phoenix, e algumas pequenas zonas mais secas da Melanésia.
Como resultado da distribuição das temperaturas e precipitações, há na Oceania uma zona de clima tropical quente e úmido, mas moderado pela grande influência do mar, que abrange as ilhas de Nova Guiné, Melanésia, Micronésia e Polinésia e o litoral norte e nordeste da Austrália. Além disso, há uma zona árida no centro da Austrália; um clima temperado e úmido e de invernos moderados, no sudeste da Austrália e Nova Zelândia; e finalmente um clima mediterrâneo, de chuvas de inverno e verão seco, limitado ao litoral sul e sudoeste da Austrália.
O território australiano é em grande parte desértico e o país só tem dois grandes rios: o Murray e seu afluente Darling, ambos no sudeste. No restante da Oceania, só as maiores ilhas têm rios de tamanho considerável, como o Waikato, na Nova Zelândia, o Derwent, na Tasmânia, e o Fly, na Nova Guiné.
Fonte: Enciclopédia Barsa.

HIDROGRAFIA EUROPEIA

 Em consonância com os domínios climáticos, a Europa tem três áreas hidrográficas: rios atlânticos, de planícies e mediterrâneos. Os primeiros são coletores de planície que habitualmente desembocam num estuário e apresentam um caudal muito regular durante todo o ano, sendo máximo no inverno (Minho, Sena, Mosa e Tâmisa).
Os rios da planície oriental descrevem abundantes meandros e têm longos trechos navegáveis. O canal mínimo desses rios ocorre no verão, e o máximo na primavera, por fusão das neves, ao passo que no inverno permanecem congelados pelo menos por três meses (Vístula, Dnieper, Dniester, Don, Volga).
Os rios de regime mediterrâneo têm um curso muito irregular, com longuíssimas estiagens de verão. Às vezes recebem águas procedentes dos degelos das neves: (Ebro, Garona, Ródano, Pó). Os regimes do  Danúbio e do Reno diferem muito de um trecho para outro.
Fonte: Enciclopédia Barsa.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

O CLIMA ASIÁTICO

A enorme extensão da Ásia, sua configuração maciça e a variedade de seu relevo determinam uma grande diversidade climática, embora, no conjunto, predominem as características continentais (temperaturas extremas e aridez), favorecidas pela enorme extensão latitudinal do território e pela presença de grandes barreiras montanhosas que impedem a passagem dos ventos oceânicos para o interior. À exceção das zonas de altas montanhas, cobertas por neves eternas, podem distinguir-se na Ásia quatro grandes regiões climáticas: a Sibéria, a Ásia mediterrânea, os desertos e a Ásia das monções.
O clima siberiano, estendido pela larga faixa setentrional do continente, caracteriza-se pelo rigor dos frios hibernais -- determinados pela influência das massas polares -- e pela formação de um potente anticiclone térmico durante o longo inverno, que dura mais de oito meses. Esse clima continental, rigoroso ao extremo, apresenta uma gradação no sentido longitudinal, com maior aridez e temperaturas mais frias nas zonas orientais, e no sentido latitudinal, desde as regiões geladas e secas da tundra, no norte, até as estepes do sul da Sibéria, passando pelas taigas centrais, onde se registra maior nível de precipitações durante o verão.
Com invernos chuvosos e frescos e verões quentes e muito secos, o clima mediterrâneo predomina nas franjas litorâneas da Anatólia (Ásia Menor), alterando-se progressivamente em direção ao interior até converter-se em clima desértico, muito quente e seco e com grandes amplitudes térmicas diárias (Arábia, Síria, Irã, Índia). Na Ásia central, a forte continentalidade se manifesta em climas de estepe e de deserto frios, como os do Turquestão, do Tarim, do Tibet e do Gobi. Por último, as regiões da Ásia oriental e meridional estão submetidas ao regime das monções, ventos sazonais que determinam um verão muito chuvoso e um inverno seco. No Sri Lanka, na península malaia e na maior parte da Insulíndia, o clima de monções adquire características tipicamente equatoriais, com temperaturas altas e precipitações abundantes durante todo o ano.
Fonte: Enciclopédia Barsa.

BIOMAS DA AMÉRICA

O isolamento da América em relação ao resto do mundo, durante milênios, determinou o desenvolvimento de numerosas espécies vegetais e animais autóctones, assim como a ausência de outras, que foram introduzidas após a colonização européia (o cavalo, o porco e o boi, entre outros).
Na parte setentrional encontram-se a tundra, região de clima frio caracterizada por apresentar uma vegetação de bétulas e salgueiros anões, musgos e líquens e uma fauna de renas, raposas azuis, ursos polares e focas. A taiga, que se estende pela maior parte do Canadá, é composta principalmente por bosques de coníferas (pinheiros, ciprestes, abetos, cedros e lariços) e habitada sobretudo por mamíferos de grande porte, como o cervo, o urso cinzento e o alce.
As zonas temperadas do leste norte-americano caracterizam-se pela presença de bosques de árvores caducifólias e coníferas, cuja densidade cresce nos setores leste e sudeste. A planície central do subcontinente é ocupada em sua maior parte por pradarias, com vegetação herbácea de gramíneas de baixa altura e habitada por uma fauna típica de bisões, cervos, pumas e roedores. No setor árido, a oeste, predomina a vegetação de cactos e de arbustos de deserto e de estepe, com diversas espécies de roedores, répteis e caçadores, como o coiote e a raposa.
Nas zonas tropicais da América Central, das Antilhas, da América do Sul e, sobretudo, da bacia amazônica, estende-se a maior região de selva virgem do planeta, com uma vegetação exuberante de floresta tropical úmida. A fauna dessas regiões caracteriza-se pela menor abundância de mamíferos (onça, puma, anta) e pelo predomínio das aves (tucanos, papagaios), répteis e insetos.
As planícies e os planaltos da Venezuela e do Brasil são o domínio das savanas de gramíneas e bulbosas, que se tornam mais áridas na caatinga brasileira (na ponta oriental do subcontinente) e nos litorais venezuelano e colombiano (plantas espinhosas, cactos e acácias). No Sul do Brasil, no Uruguai e no leste da Argentina estendem-se os pampas, região de vegetação estépica úmida que diminui progressivamente na direção oeste, até ser substituída pela vegetação desértica.
A cordilheira dos Andes tem três tipos básicos de formação vegetal: o bosque úmido e denso da região equatorial, as punas e páramos dos planaltos centrais, onde vivem o lhama, a vicunha, a alpaca e o condor, e os bosques úmidos do centro e sul do Chile, com espécies de folhas perenes e caducifólias (araucária, faia, cedro). Nas zonas desérticas, como Atacama, e nos altos cumes das cordilheiras, cobertos por neves perpétuas, as formas de vida vegetal e animal são quase inexistentes.
Fonte: Enciclopédia Barsa.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

FLORA E FAUNA AFRICANA

A distribuição climática do continente africano determina diretamente a configuração de suas zonas de vegetação e fauna. A selva equatorial, frondosa e exuberante, abriga numerosas espécies de aves, símios -- chimpanzés e gorilas --, répteis, anfíbios e insetos. Nas zonas tropicais estende-se a savana, paisagem de vegetação herbácea, com árvores de folhas caducas (baobá, sicômoro) isoladas ou em bosques; nas savanas abundam os grandes mamíferos herbívoros (elefantes, rinocerontes, hipopótamos, girafas, búfalos, antílopes, gazelas) e os carnívoros (leões, leopardos, hienas, chacais).
As grandes zonas desérticas do Saara e do Kalahari apresentam vegetação muito escassa, de plantas espinhosas, exceto nos oásis, onde crescem formações de palmeiras; insetos, répteis, roedores e alguns mamíferos de grande porte, como os chacais, constituem a fauna adaptada a essas regiões. Nas zonas mediterrâneas cresce o típico bosque baixo, combinado com maquis, garrigue e bosques de pinheiros e carvalhos, onde habitam numerosas espécies animais de clima temperado: lebres, cabras, raposas, aves de rapina, pombas, perdizes, répteis etc.
Fonte: Enciclopéddia Barsa.

BIOMA

Bioma  é uma unidade biológica ou espaço geográfico caracterizado de acordo com o macroclima, a fitofisionomia (aspecto da vegetação de um lugar), o solo e a altitude específicos. Alguns, também são caracterizados de acordo com a presença ou não de fogo natural.
 A palavra bioma (de bios=vida e oma=grupo ou massa) foi usada pela primeira vez com o significado acima por Clements (ecologista norte-americano) em 1916. Segundo ele a definição para bioma seria, “comunidade de plantas e animais, geralmente de uma mesma formação, comunidade biótica”.
 Não existe consenso sobre quantos biomas existem no mundo. Isso porque a definição de bioma varia de autor para autor. Mas, em geral, são citados 11 tipos de biomas diferentes que costumam variar de acordo com a faixa climática. Por exemplo, o bioma de floresta tropical no Brasil é semelhante a um bioma de floresta tropical na África devido a ambos os locais se situarem na mesma faixa climática. Isso significa que as fitofisionomia, o clima, o solo e a altitude dos dois locais é semelhante, muito embora possam existir espécies em um local que não existem no outro.
Os biomas são: florestas tropicais úmidas, tundras, desertos árticos, florestas pluviais, subtropicais ou temperadas, bioma mediterrâneo, prados tropicais ou savanas, florestas temperadas de coníferas, desertos quentes, prados temperados, florestas tropicais secas e desertos frios. Existem ainda, os sistemas mistos que combinam características de dois ou mais biomas.
Os biomas podem, ainda, ser divididos em biomas aquáticos do qual fazem parte a plataforma continental, recifes de coral, zonas oceânicas, praias e dunas; e biomas terrestres. Os biomas terrestres são constituídos por basicamente três grupos de seres: os produtores (vegetais), os consumidores (animais) e os decompositores (fungos, bactérias).
É comum a confusão do termo bioma com o termo biota. Porém, biota designa a parte viva de um ecossistema. Não considerando, portanto, características como o clima que fazem parte de uma classificação mais abrangente (bioma).
Camila Conceição Faria


A EXPANSÃO HUMANA

Infográfico sobre a evolução humana, associada aos recursos utilizados da natureza, refletindo na utilização das tecnologias e no aumento populacional.
http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/diaadia/diadia/arquivos/File/conteudo/objetos_de_aprendizagem/2010/geografia/expansao_humana.swf

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

ASSEAN

A ASEAN (Associação de Nações do Sudeste Asiático) é um bloco econômico que foi criado em 8 de agosto de 1967. É composto por dez países do sudeste asiático. Este bloco possui um acordo de cooperação econômica com a UE (União Européia).  A sede do bloco fica na cidade de Jacarta, capital da Indonésia. Embora o objetivo principal do bloco seja o desenvolvimento econômico, ele apresenta também propostas nos campos sociais e culturais.
Fazem parte deste bloco econômico os seguintes países: 
- Tailândia
- Filipinas
- Malásia
- Cingapura
- Indonésia
- Brunei
- Vietnã
- Mianmar
- Laos
- Camboja
Zona de Livre-comércio
Começou a ser implantada no ano de 1992. De forma gradativa, ainda está em processo de implantação. Há um acordo para a redução de tarifas, de produtos não agrícolas, no comércio entre os países membros. A zona de livre-comércio tem o objetivo de aumentar a competitividade comercial na região, ampliando o comércio de mercadorias.
Principais objetivos da ASEAN
- Estimular o comércio de produtos e serviços entre os países membros, visando o crescimento econômico;
- Criar condições de estabilidade política e econômica na região, para permitir um ambiente mais propício ao comércio;
- Proporcionar a integração cultural e o desenvolvimento social na região.
Curiosidade:
- O PIB do bloco (de todos os países membros juntos) é de US$ 1,3 trilhão (estimativa 2010).
SUA PESQUISA


ALTA PRESSÃO

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

GRUTA AZUL


GRUTA DO LAGO AZUL EM BONITO, MS. BRASIL.


CAMADA DE OZONIO

Chamamos de “camada de ozônio” a uma porção da atmosfera terrestre onde a concentração do gás ozônio (O3) é maior do que nas outras camadas. Esta camada fica na estratosfera e está à cerca de 30 km de altura, nível onde o ozônio atinge sua concentração máxima.
 O ozônio é um gás instável, formado por três átomos de oxigênio  (forma alotrópica do oxigênio). É um agente oxidante extremamente poderoso, adquirindo características tóxicas em altas concentrações e nas camadas mais baixas da atmosfera. Na temperatura ambiente ele possui uma cor azul-pálida e em estado líquido possui características explosivas.
O ozônio é produzido na própria estratosfera através de uma reação fotoquímica onde a radiação ultravioleta decompõe o oxigênio em sua forma atômica. O oxigênio atômico logo em seguida, pela ação de um catalisador (), se une a uma molécula de oxigênio originando o ozônio que então sobe pára camadas mais altas e sofre novamente a ação dos raios UV  que decompõem a molécula de ozônio em uma reação de destruição e criação constante e equilibrada.
A camada de ozônio formou-se há aproximadamente 400 milhões de anos e de lá até hoje mantém praticamente a mesma espessura, com exceção da região do chamado “buraco na camada de ozônio”. Foi a camada de ozônio que permitiu o surgimento da vida sobre a terra ao refletir a maior parte dos raios ultravioletas. Sem o ozônio o mundo seria um lugar extremamente quente, praticamente inabitável. Por isso a destruição da camada de ozônio é algo tão preocupante.
 Elementos como o cloro, bromo, hidrogênio e carbono, ao atingir a camada de ozônio reagem com o oxigênio livre resultante da decomposição do ozônio impedindo que ele reaja novamente com a molécula de oxigênio. Esses elementos atingem a camada de ozônio na forma de moléculas como o CFC, BrFC ou outras moléculas bastante estáveis que passam pelas camadas da atmosfera sem reagir e se acumulam na camada de ozônio onde, por ação dos raios UVB, são enfim decompostos em seus átomos constituintes.
A questão é que quanto mais substâncias deste tipo foram lançadas na atmosfera mais rapidamente a camada de ozônio vai perdendo sua capacidade de se regenerar e o buraco na camada de ozônio tende a aumentar tornando incerto o futuro do planeta.
Caroline Faria



segunda-feira, 3 de outubro de 2011

BUSSOLA

Muitos de nós temos ou pelo menos já vimos uma bússola. A bússola nada mais é do que um objeto que contém uma agulha magnética que sempre é alinha com o eixo norte-sul da Terra.
 A bússola se orienta como se no interior da Terra existisse um imenso ímã inclinado de aproximadamente 13° em relação ao eixo de rotação, cujo Pólo Sul está ao lado do Pólo Norte geográfico, ou seja, os pólos magnéticos da Terra são invertidos em relação aos Pólos geográficos (polaridade oposta).
 Este instrumento de orientação pode sofrer algumas interferências magnéticas, proporcionando uma leitura errada de orientação, dependendo do local onde ela se encontra. Por exemplo, se posicionarmos uma bússola perto de uma concentração de ferro onde existe um campo magnético ou perto de linhas de altas-tensões.
Dizem que quem inventou a bússola foram os chineses, mas ninguém sabe ao certo. O nome da primeira bússola é “Si Nan” significa “O Governador do Sul” e, após a bússola ser inventada Flávio Gioia introduziu a rosa-dos-ventos. As bússolas influenciaram muito no desenvolvimento das navegações e são utilizadas até hoje pelos navegadores.
As bússolas de antigamente demoravam muito para se estabilizar e definir corretamente onde era o eixo norte-sul, mas com a tecnologia elas tiveram um grande avanço e hoje rapidamente ela se estabiliza na direção norte-sul e podemos ver com precisão onde é o norte e o sul.
Leopoldo Toffoli