sexta-feira, 30 de setembro de 2011

A EVOLUÇÃO DOS BLOCOS ECONÔMICOS

Simulador da Revista Nova Escola que mostra a evolução dos "blocos econômicos" ao longo da história. Mostrando que em diferentes períodos, povos e nações se uniram para expandir seus domínios.
http://revistaescola.abril.com.br/swf/animacoes/exibi-animacao.shtml?215_mapa_historia.swf

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

BAÍA DE HUDSON

Localizada numa das zonas mais setentrionais da América, a baía de Hudson apresenta condições naturais que tornam muito difícil a vida humana. Isso não impediu que o equilíbrio ecológico da região se tenha visto ameaçado, razão pela qual o governo canadense, preocupado com sua conservação, declarou a baía mare clausum (mar fechado).

A baía de Hudson é um mar interior do norte do Canadá, que se comunica com o oceano glacial Ártico pelo canal de Foxe e com o oceano Atlântico pelo estreito de Hudson. Com superfície de 819.000km2, tem profundidade máxima de 270m. Na zona meridional, a baía de Hudson se prolonga na de James.

O litoral é baixo e pantanoso, exceto no leste e no nordeste, de costa alta e escarpada. O solo costeiro está permanentemente gelado (permafrost), o que dificulta o desenvolvimento de vida animal ou vegetal. Ao sul da baía de James aparecem bosques de coníferas, mas a beira-mar é coberta de musgos e liquens entre os quais crescem alguns salgueiros anões e álamos. A fauna apresenta espécies típicas dessa latitude, como focas, morsas, baleias e ursos polares.

O clima da baía é muito frio, com média anual de-12o C. A mínima, em janeiro, pode chegar a -51o C, e a máxima, em julho, a 26o C. A baía também se caracteriza pela contínua presença de nevoeiros no verão e no outono, além de fortes ventos e tempestades de neve durante o inverno. Muitos rios desembocam na baía, como o Churchill, o Nelson e o Severn. Na baía de James desembocam o Albany e o Moose. As águas também chegam à baía pelo canal de Foxe e saem pelo estreito de Hudson.

Por causa das condições naturais desfavoráveis à ocupação humana, a densidade demográfica é muito baixa. A população, composta principalmente de ameríndios, da costa ocidental até a margem oriental da baía de James, e esquimós, no norte, vive da pesca do salmão e do bacalhau e da caça de mamíferos marinhos.
Fonte: Enciclopédia Barsa.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

A ENERGIA DOS RIOS

Animação da RIVED sobre a energia dos rios. Traz informações sobre rios, hidrelétricas e a influência do relevo nos rios. Com atividades interativas para diferenciar os rios navegáveis daqueles com potencial hidroelétrico.
http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/modules/mydownloads_08/visit.php?cid=9&lid=639

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

COMISSÃO EUROPEIA

Comissão Europeia  é uma instituição independente que trabalha a favor dos interesses da União Europeia. A Comissão Europeia possui liberdade para propor legislação, projetos e políticas, além de implementar decisões  do Parlamento Europeu e do Conselho da União Europeia.
De modo geral, defende as decisões e interesses da Comunidade Europeia. A Comissão é composta por membros nomeados pelo Conselho da União Europeia sob aprovação do Parlamento Europeu.
A instituição possui sede em Bruxelas, capital da Bélgica, além de representações em todos os países do bloco da UE , e delegações presentes em algumas capitais do mundo. Dentre as principais funções da instituição destacam-se:
•propostas legislativas ao Parlamento a ao Conselho;
 •gestão de políticas e orçamento da EU;
 •implementação do direito comunitário;
 •representação dos interesses e negociações da UE em nível internacional;
A Comissão, exclusivamente, é responsável por apresentar as propostas de novas legislação ao bloco, sob comunicação ao Parlamento e ao Conselho. Toda legislação deve ter como base a defesa dos interesses dos países membros da UE e do cidadão europeu.
Antes da proposta, a Comissão precisa identificar as principais dificuldades presentes na Europa para que se defina a melhor legislação possível. Perante questões técnicas, a Comissão utiliza do trabalho de peritos.
A Comissão, na prática, é um órgão executor na gestão e execução do orçamento da União Europeia , boa parte dos custos são provenientes das autoridades nacionais e locais, esses custos são controlados pela Comissão sob fiscalização do Tribunal de Contas que veicula um relatório a ser fechado pelo Parlamento Europeu.
A instituição visa garantir a aplicação do direito comunitário e pela aplicação da legislação vigente em todos os estados membros. Caso algum país infrinja a legislação, o mesmo recebe uma notificação da Comissão com prazo estipulado para que o país envie uma resposta à notificação.
A Comisão Europeia representa a UE no âmbito internacional, tornando-se num único porta-voz de todos os países membros do bloco com a Organização Mundial do Comércio.
Em sua organização interna, a Comissão é encabeçada pelo seu presidente e comissários. A Comissão realiza reuniões semanais em Bruxelas, a Comissão é formada por departamentos responsável por uma área específica chefiados por um diretor-geral subordinado ao comissário. O diretor-geral é responsável pela elaboração de propostas a serem estudadas nas reuniões semanais da Comissão.
A Comissão surgiu da unificação da Alta Autoridade da CECA, da Comissão da CEE e da Comissão do Euratom. A Comissão Europeia entrou em vigor em 1° de julho de 1967.
Fernando Rebouças


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

ARQUIPÉLAGO

Um arquipélago é um conjunto de ilhas que se encontram próximas umas das outras. Os arquipélagos têm em geral as mesmas origens. Este conjunto de ilhas tem estrutura geológica idêntica e podem ser vulcânicas, coralíneas ou continentais.
* Arquipélagos continentais: Os arquipélagos continentais são formados de partes dos continentes que se soltaram. Esses arquipélagos começaram a se formar na época da desfragmentação da pangeia e estão sempre próximos dos continentes.
* Arquipélagos vulcânicos: são arquipélagos que tiveram sua formação dos vulcões submarinos, que entrando em erupção, formam esses arquipélagos. Esse tipo de formação da-se principalmente no oceano, longe dos continentes, pois é lá que se encontra maior concentração de vulcões submarinos.
* Arquipélagos coralinos: Existem diversas teorias sobre a formação de estruturas coralinas porém a mais aceita mundialmente é a de Charles Darwin, que diz que essas estruturas se formam pelo movimento das ondas e correntes marinhas no carbonato de cálcio proveniente do exoesqueleto de corais, madreperolras e gorgônias.
Os principais arquipélagos brasileiros são: Fernando de Noronha e Abrolhos.
O arquipélago de Fernando de Noronha se encontra a 545 km de Recife, capital de Pernambuco e 360 km de Natal, capital do Rio Grande do Norte. Esse Arquipélago é formado pelo topo de montes de uma cordilheira que mede aproximadamente 4000 mil metros e esta submersa. O arquipélago é formado por 21 ilhas, rochedos e ilhotas num total de 26 km².
Arquipélago de Abrolhos fica próximo ao sul da Bahia, a 75 km da praia baiana e é formado por cinco ilhas: Redonda, Siriba, Santa Bárbara, Sueste e Guarita,. Esse arquipélago é destacável por suas ilhas estarem em posição circular e o arquipélago estar circulado pelo maior recife da America do sul.
Os arquipélagos são formações impressionantes e contém grande biodiversidade não só no Brasil, mas em todo o mundo.
Thais Pacievitch


quarta-feira, 21 de setembro de 2011

ÊXODO RURAL

“Êxodo” significa “emigração”, “saída”. Ou ainda, no antigo teatro romano, o “episódio cômico subseqüente a uma tragédia”. Mas, no caso de êxodo rural, o episódio definitivamente não é cômico, mas, é subseqüente a uma tragédia. Ou pelo menos indicativo de uma.
Geralmente o êxodo rural ocorre devido à perda da capacidade produtiva, ou à falta de condições de subsistência, em determinado local que acarretarão no êxodo rural para outra localidade rural, ou, o êxodo rural para localidades urbanas.
O mais comum, o êxodo rural para localidades urbanas, acarreta uma série de problemas sociais, estruturais e econômicos para os lugares para onde os “retirantes” se deslocam, legando ao “êxodo” um significado bastante pejorativo.
O êxodo pode também ser chamado de “migração” quando dentro das fronteiras de um país ou território, ou “emigração” quando acontece de um país, ou território, para outro.
No caso do Brasil, podemos citar vários períodos de migração ao longo de sua história que se caracterizam pelo abandono do campo em busca de melhores condições de vida nas cidades.
Na história do Brasil, por exemplo, podemos citar a migração das regiões do nordeste onde predominava a agricultura da cana, para o sudeste onde floresciam as culturas de café ou mesmo para o norte, para os seringais. E, mais tarde, em tempos mais recentes, lá pela década de 50, se inicia uma nova migração, desta vez para a nova capital do país, Brasília. A migração para Brasília fez surgir inúmeras cidadelas que não estavam nos planos de infra-estrutura e que, por terem se instalado nos arredores da grande capital, foram chamadas de “cidades-satélite”.
O Brasil presenciou o seu período de maior êxodo rural entre as décadas de 60 e 80 quando aproximadamente 13 milhões de pessoas abandonaram o campo e rumaram em direção aos centros urbanos. Isso equivale a 33% da população rural do início da década de 60.
Os principais motivos dessa migração em massa foram a expansão da fronteira agrícola, o modelo de urbanização que incentivava o crescimento das médias e grandes cidades criando oportunidades de empregos que atraíam os moradores do campo, e, a estratégia de modernização da agricultura que incentivava as culturas de exportação e os sistemas modernos de agricultura, práticas que, por sua vez, utilizam menos mão-de-obra que a agricultura tradicional, forçando os trabalhadores excedentes a procurarem outra forma de sustento.
Tanto no Brasil, quanto em outras regiões do mundo, o êxodo rural ocasiona o crescimento desordenado dos centros urbanos, gerando um verdadeiro caos social. Sem planejamento as cidades não conseguem fornecer as condições sanitárias e de infra-estrutura básicas aos novos moradores gerando miséria, doenças e mais bagunça.
Em lugares como a África e a Palestina, por exemplo, a migração (ou emigração no caso da Palestina) foi o estopim de conflitos civis que perduram até hoje. Outros episódios históricos de êxodo rural ocorreram na Roma Antiga quando os escravos começaram a substituir os trabalhadores livres no campo e, estes, começaram, então, a abandonar o campo em direção aos centros urbanos. Episódio semelhante aconteceria novamente na Idade Média, mas dessa vez, o êxodo rural para as cidades se deu pelo surgimento de uma nova classe social, a burguesia, que impulsionou o comércio fazendo prosperar os grandes centros.
Mas o êxodo rural também traz prejuízos para o campo podendo, inclusive, transformar algumas cidades em verdadeiras “cidades fantasma”. Isso ocorre quando toda a população deixa a cidade em busca de melhores oportunidades ou por causa de alguma tragédia natural (como uma grande seca ou um furacão, por exemplo).
Caroline Faria.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

PATAGÔNIA

TORRE DEL PAINE, NA PATAGÔNIA CHILENA.

CENSO 2010

No relevo da Oceania observam-se quatro grandes unidades geomorfológicas: o escudo australiano, a geossinclinal da Tasmânia, os arcos melano-zelandeses e o próprio oceano Pacífico. Os territórios mais antigos são do escudo pré-cambriano, no oeste e no centro da Austrália. Os maciços de Hamersley, a noroeste, e de Kimberley, ao norte, bem como a região central de Alice Springs, são afloramentos desse escudo, que em outras áreas é recoberto por sedimentos de idades diversas, inclusive do período quaternário.
No lado oriental do escudo australiano encontra-se a geossinclinal da Tasmânia, onde estão as áreas mais elevadas da Austrália. O ponto culminante é o monte Kociusko, com 2.233m. A cerca de 300km do mar encontram-se montanhas de altitude moderada que formam o divisor continental denominado Great Dividing Range (Grande Cadeia Divisória).
A terceira unidade é formada pelos arcos que se estendem da Nova Guiné à Nova Zelândia. São a continuação das guirlandas insulares da Ásia oriental e meridional, com as quais têm em comum a grande freqüência do vulcanismo atual ou passado, como é o caso da Nova Guiné, das ilhas Salomão, de Vanuatu e da Nova Zelândia. De um modo geral, o relevo se dispõe em alinhamentos paralelos a depressões, emersas na Nova Guiné e imersas em outras partes.
Ao norte das ilhas Fidji há uma série de oito alinhamentos maiores, separados por depressões de 2.700 a 4.000m. Na Melanésia, os relevos emersos da Oceania são mais elevados e atingem cinco mil metros no pico Sukarno (Carstensz), na Nova Guiné Ocidental, que ostenta em pleno equador uma geleira. Os desdobramentos que originaram esses relevos são, em parte, recentes, e a orogênese ainda está se processando em algumas áreas, como a Nova Guiné.
A última unidade é o próprio oceano Pacífico, cuja profundidade vai de quatro mil a seis mil metros. É assísmico, ao contrário de sua região periférica, área de origem de terremotos, em que todas as terras emersas são vulcões de tipo basáltico ou ilhas coralíferas. A crosta terrestre é muito fina nesse ponto e tem cinco quilômetros de espessura, em comparação com a média de 33km sob os continentes.
Fernando Rebouças.


RELEVO DA OCEANIA

No relevo da Oceania observam-se quatro grandes unidades geomorfológicas: o escudo australiano, a geossinclinal da Tasmânia, os arcos melano-zelandeses e o próprio oceano Pacífico. Os territórios mais antigos são do escudo pré-cambriano, no oeste e no centro da Austrália. Os maciços de Hamersley, a noroeste, e de Kimberley, ao norte, bem como a região central de Alice Springs, são afloramentos desse escudo, que em outras áreas é recoberto por sedimentos de idades diversas, inclusive do período quaternário.
No lado oriental do escudo australiano encontra-se a geossinclinal da Tasmânia, onde estão as áreas mais elevadas da Austrália. O ponto culminante é o monte Kociusko, com 2.233m. A cerca de 300km do mar encontram-se montanhas de altitude moderada que formam o divisor continental denominado Great Dividing Range (Grande Cadeia Divisória).
A terceira unidade é formada pelos arcos que se estendem da Nova Guiné à Nova Zelândia. São a continuação das guirlandas insulares da Ásia oriental e meridional, com as quais têm em comum a grande freqüência do vulcanismo atual ou passado, como é o caso da Nova Guiné, das ilhas Salomão, de Vanuatu e da Nova Zelândia. De um modo geral, o relevo se dispõe em alinhamentos paralelos a depressões, emersas na Nova Guiné e imersas em outras partes.
Ao norte das ilhas Fidji há uma série de oito alinhamentos maiores, separados por depressões de 2.700 a 4.000m. Na Melanésia, os relevos emersos da Oceania são mais elevados e atingem cinco mil metros no pico Sukarno (Carstensz), na Nova Guiné Ocidental, que ostenta em pleno equador uma geleira. Os desdobramentos que originaram esses relevos são, em parte, recentes, e a orogênese ainda está se processando em algumas áreas, como a Nova Guiné.
A última unidade é o próprio oceano Pacífico, cuja profundidade vai de quatro mil a seis mil metros. É assísmico, ao contrário de sua região periférica, área de origem de terremotos, em que todas as terras emersas são vulcões de tipo basáltico ou ilhas coralíferas. A crosta terrestre é muito fina nesse ponto e tem cinco quilômetros de espessura, em comparação com a média de 33km sob os continentes.
Fonte: Enciclopédia Barsa.


segunda-feira, 19 de setembro de 2011

EUROPA: CLIMAS

A Europa apresenta grande variedade climática. Os diferentes tipos de clima são determinados pela configuração topográfica, que permite a penetração, no interior do continente, da influência moderadora do oceano Atlântico. Distinguem-se três domínios climáticos: o oceânico, o continental e o mediterrâneo.
O clima oceânico se estende pela faixa ocidental desde a Noruega até Portugal. As chuvas são abundantes e bem distribuídas ao longo de todo o ano, e os contrastes térmicos, moderados. Todavia, a latitude e a proximidade do mar geram grandes diferenças de temperaturas, mais frias no norte e no interior do continente.
O clima continental predomina na Polônia, no leste da Alemanha, nas regiões banhadas pelo Danúbio, na Suécia, na Finlândia, nos países bálticos e nas regiões européias da antiga União Soviética. As precipitações, menos freqüentes do que no clima oceânico, concentram-se no verão. As médias mensais de temperatura apresentam grandes contrastes. Assim, entre o mês mais frio e o mais quente, registram-se diferenças de mais de 20o C. Os verões são curtos e quentes e os invernos, determinados pelas altas pressões barométricas, longos e muito frios.
O clima mediterrâneo apresenta na Europa uma extensão excepcional em virtude do longo corredor formado pelo mar Mediterrâneo, que atrai as massas de ar atlânticas no outono e no inverno. As precipitações são escassas e se repartem entre o inverno e as estações intermediárias. As temperaturas são suaves no inverno e quentes nos longos e secos verões. Esse clima abrange sobretudo o sul da França, a Espanha, a Itália e a Grécia.
Fonte: Enciclopédia Barsa.


O RELEVO ASIÁTICO

A Ásia é um continente maciço, no qual predominam os planaltos e as montanhas. Entre o ponto mais elevado e o mais baixo encontram-se grandes planaltos e vastas depressões.
O continente asiático é composto por dois grandes conjuntos de planícies e planaltos, situados nos lados de uma linha central de cordilheiras que se estende da Anatólia até o Pamir, na direção oeste-leste (Cáucaso, Elburz, Zagros, Hindu Kush), para dividir-se em seguida em dois ramos, um na direção nordeste, até o estreito de Bering (Tien Shan, Altai, Saian, Yablonovi, Stanovoi, Djugudjur, Verkhoiansk, Cherski, Kolima), e outro que se dirige para leste (Karakorum, Himalaia, Kunlun, Nan Shan e Qinling), depois para o sul, pela Indochina, e finalmente outra vez para o leste, na Indonésia. A linha montanhosa prossegue no Extremo Oriente através dos arcos insulares das Filipinas, Formosa, o arquipélago do Japão e as Kurilas. No oeste e no noroeste, na direção sudoeste-nordeste, encontra-se outra linha de cordilheiras, constituída principalmente pelos Urais e prolongada nas montanhas de Nova Zembla e nos montes Byrrang (península de Taimir).
Entre esses grandes conjuntos de cordilheiras situam-se, ao sul, a planície da Mesopotâmia, o planalto da Arábia (este levantado no rebordo sul-oriental), o planalto do Irã, os vales do Indo, do Ganges e o planalto do Decan na Índia, o planalto de Korat e o vale do Mekong na Indochina, e o planalto de Yunnan na China. Entre o Himalaia, no sul, e os montes Kunlun, no norte, localiza-se o grande planalto do Tibet. Na faixa central da Ásia se encontram a depressão turaniana, as estepes do Casaquistão, do Quirguistão e do Isin, a bacia do Tarim, a depressão da Dzungária, a planície desértica de Gobi, os planaltos da Mongólia e as planícies do norte da China. Por último, no norte do continente, estendem-se a grande planície da Sibéria ocidental, o planalto da Sibéria central e a planície de Kolima.
Fonte: Enciclopédia Barsa.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

PRAIA CUBANA

Praia em Cayo Largo do Sul, em Cuba.

O CLIMA ANTÁRTICO

A maior parte da Antártica é dominada por um clima extremamente frio e seco, com temperaturas inferiores a 0oC durante todo o ano, exceto na península Antártica, onde as temperaturas alcançam até 15o C no verão, e algumas zonas litorâneas com clima de tundra. A amplitude térmica média anual nas zonas altas do interior oscila entre -70o C nos meses de inverno (com mínimas que se aproximam de -90o C) e -20o C no verão. Nas costas as temperaturas oscilam entre -30o C no inverno e 0o C no verão. A longa noite hibernal -- causada pela inclinação do eixo da Terra em relação à órbita do Sol (no inverno, a energia solar só chega até a linha do círculo polar antártico) --, a escassa insolação estival, a reflexão da radiação solar no gelo e a forte perda de calor gerada pela ausência de umidade na atmosfera explicam o rigor climático do continente, muito mais frio que as regiões glaciais do pólo norte.
O frio intenso determina a escassez de vapor d'água na atmosfera e a formação de um centro de altas pressões sobre a Antártica, o que impede a penetração de massas de ar úmido procedentes do oceano. A presença de um cinturão de baixas pressões nas zonas subantárticas provoca o choque dos ventos continentais do leste com as massas de ar oceânicas do oeste, ocasionando a formação de tempestades quase constantes nas zonas marítimas próximas dos 60o de latitude sul. Os ventos úmidos penetram às vezes no continente, sobretudo pelo setor compreendido entre as terras de Wilkes e de Marie Byrd, mas as precipitações são muito escassas (50mm anuais no interior e 500mm nas costas) e quase sempre em forma de neve.
Um dos fenômenos meteorológicos mais conhecidos do clima antártico são as fortes nevascas originadas pela ação dos ventos na superfície gelada. A descoberta de fósseis pertencentes a períodos mais quentes e a existência de grandes "vales secos" originados por glaciares gigantes hoje desaparecidos (Wright, Taylor, Victoria) demonstraram a sucessão de períodos climáticos distintos na Antártica ao longo de sua história geológica. Atualmente o inlandsis parece encontrar-se numa situação de equilíbrio entre as perdas de gelo (por derretimento ou por desprendimento de icebergs) e os aumentos por precipitações de neve, o que indica uma relativa estabilidade climática.
Fonte: Enciclopédia Barsa.


quinta-feira, 15 de setembro de 2011

AMÉRICA: CLIMAS

A extensão em latitude, as diferentes altitudes e a influência dos ventos e das correntes oceânicas determinam uma grande diversidade climática no continente americano. A partir da linha do equador, os diversos climas se sucedem de forma simétrica em ambos os hemisférios, com importantes variações locais devidas à disposição específica de cada unidade territorial.
O clima equatorial, que apresenta temperaturas altas e constantes e um regime pluviométrico abundante e regular, caracteriza a ampla faixa constituída pela Amazônia e também pelas franjas do litoral sudeste brasileiro, a região oeste da Colômbia, o leste da América Central e as ilhas do Caribe, áreas que recebem a umidade trazida pelos ventos alísios. Nas regiões de planaltos e montanhas situadas ao norte e ao sul da bacia amazônica, nas costas orientais da América Central e nas ilhas do Caribe, aproximadamente entre os 5o e os 25o de latitude N e S, estende-se uma zona de clima tropical quente, com estação úmida no verão e seca no inverno devido à influência dos ventos alísios.
As zonas desérticas da América, muito secas e com grandes diferenças diárias de temperatura, localizam-se basicamente nas planícies costeiras e interiores da vertente do Pacífico; na cordilheira das Cascatas, nas montanhas Rochosas (América do Norte), no litoral norte do Chile e a noroeste e sudeste da Argentina os desertos são frios, enquanto os do planalto mexicano (Sonora, norte de Chihuahua, Coahuila), da península da Califórnia e do litoral peruano são de tipo tropical e subtropical, quentes e secos. Nas áreas de transição entre os desertos e as zonas de clima temperado e mediterrâneo, localizam-se grandes estepes, principalmente nas franjas ocidentais da América do Norte e da Argentina, que apresentam marcantes características de clima continental (aridez e forte oscilação térmica entre o dia e a noite). A região central da planície litorânea chilena, as zonas montanhosas do leste brasileiro e a costa setentrional da Venezuela e da Colômbia também apresentam condições climáticas semelhantes.
O clima subtropical temperado, com inverno seco e verão chuvoso, ocorre em duas extensas zonas de ambos os hemisférios: no norte, na baixa bacia do Mississippi e a sudeste dos Estados Unidos, e ao sul, nas partes central e oriental da Argentina, no Paraguai, no Uruguai e no sul do Brasil. Nas costas do Pacífico situadas em torno dos 35o de latitude N e S, predominam os climas mediterrâneos da Califórnia e do centro do Chile, que se transformam em climas oceânicos temperados-frios nos litorais do noroeste dos Estados Unidos e do oeste do Canadá, no sul do Chile e na Terra do Fogo.
O noroeste dos Estados Unidos e a maior parte do Canadá e do Alasca têm clima de tipo continental, mais frio, e com temperaturas muito baixas nas zonas setentrionais. A franja setentrional da América do Norte e toda a ilha da Groenlândia apresentam clima polar, muito frio e seco.
Além dessa divisão geral em grandes domínios climáticos, cabe assinalar a existência de importantes variações locais determinadas pela altitude. Assim, na cordilheira dos Andes registram-se climas temperados em zonas próximas ao equador, climas áridos e de estepe nos planaltos e climas de montanha nas zonas mais altas. A cadeia das Rochosas e as cordilheiras mexicanas e centro-americanas também apresentam climas de montanha, mais frios que os das baixadas contíguas.
Fonte: Enciclopédia Barsa.


quarta-feira, 14 de setembro de 2011

A HIDROGRAFIA AFRICANA

Apesar de longos e caudalosos, em geral os rios africanos não têm bons leitos para navegação, dado o relevo acidentado de seus cursos inferiores, com numerosas cascatas e corredeiras. Na vertente mediterrânea desembocam os curtos rios do Atlas, entre os quais se destacam o Muluya, o Shelif e o Medjerda, todos de regime torrencial (ueds), e o Nilo, de regime irregular, que com seus 6.690km é o mais longo do mundo. No Índico deságuam o Zambeze e o Limpopo, ambos de regime irregular de cheias; no Atlântico, o Orange, também de tipo tropical, o Congo ou Zaire, de tipo equatorial (caudal regular), o Níger, o Gâmbia e o Senegal, mais irregulares, e, já na costa marroquina, os ueds Tensift e Sebu.
Dos rios que não correm para o mar, o mais importante é o Chari, que desemboca no lago Tchad, o qual vem sofrendo um processo de dessecação natural. A estrutura tabular do continente e o fracionamento do escudo nas zonas de expansão da crosta favoreceram a formação de numerosos lagos, entre os quais cabe citar o Tana (Etiópia), nascente do Nilo Azul, e, mais ao sul, na região dos grandes lagos, o Rodolfo, o Alberto, o Eduardo, o Vitória -- segundo do mundo em extensão, com 69.485km2 --, o Tanganica, com  1.433m de profundidade, e o Niassa.
Fonte: Enciclopédia Barsa.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

BIODIVERSIDADE

Biodiversidade nada mais é do que a diversidade, ou a variedade, de formas de vida no planeta. Ou seja, biodiversidade é a diversidade de espécies, genes, variedades, ecossistemas, gêneros e famílias, enfim, a variedade da natureza viva.
Na “Convenção da Diversidade Biológica” apresentada na Eco92, biodiversidade é definida como “a variabilidade de organismos vivos de todas as origens, compreendendo, dentre outros, os ecossistemas terrestres, marinhos e outros ecossistemas aquáticos e os complexos ecológicos de que fazem parte; compreendendo ainda a diversidade dentro de espécies, entre espécies e ecossistemas” (Artigo 2).
A biodiversidade da natureza.
A idéia da diversidade das espécies surgiu com a junção da taxonomia e da biogeografia. A segunda é uma ciência que se ocupa da localização geográfica da ocorrência das espécies, e a primeira, do estudo, descrição e classificação de novas espécies, a Taxonomia. Na verdade, antes da taxonomia surgir como ciência, haviam os estudiosos que eram chamados de “naturalistas”. Dentre eles estavam, inclusive, alguns filósofos como Aristóteles e Plínio. Mas, foi só à partir do século XVIII, quando Lineu criou um sistema de classificação de espécies que formaria a base do sistema atual, que o estudo das espécies começou a se tornar um ramo distinto das outras ciências trazendo a idéia da “diversidade da vida” no planeta. Ou, biodiversidade.
Entretanto, o termo biodiversidade só ganharia mais importância à partir de 1988 quando o ecólogo de Harvard, Edward Wilson publicou um livro onde trazia o termo utilizado em uma convenção nos EUA.
A biodiversidade é o que garante o equilíbrio dos ecossistemas e, por tabela, do mundo todo. Os danos causados à biodiversidade não afetam somente as espécies que habitam determinado local, mas, todas as outras e o próprio ambiente uma vez que afeta a fina rede de relações entre as espécies e entre estas e o meio em que vivem.
Para tentar preservar toda a riqueza de vida do planeta é necessário conhecer os diversos mecanismos ligados à sua preservação e, principalmente, não interferir. A principal ameaça à biodiversidade do planeta é justamente a ação humana através de desmatamentos, queimadas e alterações antrópicas no clima e nos ecossistemas. Podemos citar como exemplo, a intervenção humana nas Ilhas de Fernando de Noronha, onde foi introduzida uma espécie de lagarto, o teju, para que se alimentasse dos roedores que infestaram a ilha por causa dos navios que ali aportavam. Entretanto, o teju preferiu se alimentar de ovos das aves e tartarugas que se reproduzem no local pondo em risco a biodiversidade do arquipélago e se tornando uma praga.
Mas o pior é que por causa dos desmatamentos e queimadas diversas espécies são extintas antes mesmo de poderem ser estudadas ou de que alguma ação seja tomada para se tentar preservá-las.
Por ano são descobertas em média cerca de 13.000 novas espécies e estima-se que existam cerca de 1,7 milhões de espécies conhecidas no planeta. Mas, esses números são ainda muito distantes do que pode existir na realidade, pois não existe nenhuma lista geral de espécies e mesmo com todos os esforços, a classificação e estudo das diversas espécies do planeta é quase uma corrida contra o tempo, antes que o homem termine por destruir o que ainda nem foi conhecido.
s principais refúgios da biodiversidade brasileira são a Floresta Amazônica e Mata Atlântica.
Caroline Faria.


segunda-feira, 12 de setembro de 2011

ALDEIA GLOBAL

O termo “aldeia global” é muito utilizado como referência à globalização, a uma nova visão de mundo e  às comunidades conectadas entre si, através de avançadas tecnologias de comunicação e transporte. O termo foi criado na década de 60, pelo professor de Comunicações da Universidade de Toronto, Herbert Marshall Mcluhan.
 Em seus estudos, Mcluhan considera que a informação trocada de forma virtual e eletrônica permite superar distâncias geográficas e permitir  trabalhos remotos entre pessoas, empresas e governos. A aldeia global e seu potencial comunicativo desfragmentam espacialmente as sociedades, o que permite que um acontecimento ocorrido numa região do planeta afete a opinião pública em outro continente distante.
 Consequentemente , essa nova maneira de produzir e distribuir informações, conteúdos e imagens gerou a necessidade de reestruturação de organizações e estratégias de ações sociais e econômicas.  Segundo a teoria de Mcluhan, a aldeia global eletrônica deu seus primeiros grandes passos a partir do rádio nos anos 20.
Nessa aldeia a fronteira é eletrônica, o que está distante dessa conexão fica à margem do “subúrbio global”. Mcluhan defende a ideia  que a imprensa retirou o ser humano do sentimento de tribo, o colocando numa leitura individual e distante dos fatos; por outro lado, a mídia eletrônica “retribalizou” o ser humano, o colocando como receptor instantâneo de fatos recém ocorridos.
Enquanto que num jornal impresso você lê o que está escrito, na mídia eletrônica, além de ler, você escuta, interage e também se expressa por escrito e oralmente. Na aldeia global o limite de tempo e espaço desapareceram.
As opiniões de Mcluhan precederam a criação da rede, a rede é um processo de transmissão de dados e informação que permite uma visão multisensorial,  a comunicação entre pessoas  em pontos distantes superando a limitação de tempo e espaço. Portanto, a materialização da rede e a popularização da internet acadêmica e comercial acelerou os canais de comunicação vinculados a grande aldeia humana contemporânea.
Fernando Rebouças.


ÁGUA POTÁVEL

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

LA NIÑA

La Niña (“a menina” em espanhol) é um fenômeno oceânico-atmosférico que ocorre nas águas do Oceano Pacífico (equatorial, central e oriental). A principal característica deste fenômeno é o resfriamento (em média de 2 a 3 ° C) fora do normal das águas superficiais nestas regiões do oceano Pacífico.
O fenômeno La Niña não ocorre todos os anos e da mesma forma. Sua freqüência é de 2 a 7 anos, com duração aproximada de 9 a 12 meses ( há casos que pode durar até 2 anos). O La Niña afeta o comportamento climático no continente americano e outras regiões do planeta.
 Efeitos do La Niña no clima:
Entre os meses de Dezembro a Fevereiro:
- Aumento das chuvas na região nordeste do Brasil;
- Temperaturas abaixo do normal para o verão, na região sudeste do Brasil;
- Aumento do frio na costa oeste dos Estados Unidos;
- Aumento das chuvas na costa leste da Ásia;
- Aumento do frio no Japão.
Entre os meses de Junho a Agosto:
- Inverno seco na região sul e sudeste do Brasil;
- Aumento do frio na costa oeste da América do Sul;
- Frio e chuvas na região do Caribe (América Central);
- Aumento das temperaturas médias na região leste da Austrália;
- Aumento das temperaturas e chuvas na região leste da Ásia.
Fonte: Sua Pesquisa.


terça-feira, 6 de setembro de 2011

MAR DE ARAL

O "mar de ilhas" (Aral-denghiz, em quirguiz), quarto lago salgado do mundo em tamanho, vem despertando preocupação pelo aumento de sua salinidade, que se espalha sobre as áreas circundantes.
Situado na Ásia central, o mar de Aral serve de fronteira entre o Casaquistão e o Usbequistão. Em 1960 o Aral ocupava uma superfície de 68.000Km2, com um volume de 1.060km3, mas em 1987 estava reduzido a 41.000Km2. Sua profundidade era baixa, em média de 21m, mas a margem ocidental alcançava um máximo de 68m. O nível de salinidade variava de 10 a 11 por mil.
O mar de Aral é alimentado por apenas dois rios, o Amu Daria e o Sir Daria, procedentes dos pequenos planaltos orientais. Considerável parte da água desses rios é, porém, empregada para irrigação e não chega até ele, o que representa o principal fator de redução de sua área. As moderadas contribuições fluviais, aliadas ao escasso volume anual de precipitações, inferiores a cem milímetros, explicam as estepes salinas que rodeiam o mar, originadas pela progressiva evaporação.
As margens são muito pouco povoadas e a cidade mais importante, Aralsk, fica a nordeste. A região dispõe de instalações industriais (fosfato e sal) e pesqueiras. O nome em quirguiz, "mar de ilhas", deve-se ao fato de ser a margem oriental orlada por uma profusão de pequenas ilhas, enquanto outras, de tamanho considerável, encontram-se afastadas da costa, ao norte e oeste.


sexta-feira, 2 de setembro de 2011

RIO AMARELO

Nenhum outro rio do mundo transporta uma quantidade tão grande de aluviões quanto o Amarelo, cujo nome em chinês, Huanghe (na transliteração pinyin), ou Huang Ho, refere-se à cor barrenta de suas águas, provocada pelo acúmulo de terra amarela ou loess, arrancada de sua bacia superior.
O rio Amarelo, com extensão de 5.464km e bacia de 745.000km2, nasce ao norte do Tibet e ao longo de seu curso muda várias vezes de direção, atravessando as depressões lacustres de Oring Nor e Tsaring Nor e o maciço de Anme Machin (Animaqingshan). Em seu curso médio avança espremido entre profundas gargantas pela depressão de Lanzhow e pelos montes Qinling; no inferior, percorre 600km através da grande planície no norte da China. Desemboca no golfo de Bo, no mar Amarelo, onde forma um vasto delta.
Embora impressione por sua extensão e pela área que drena, o Amarelo apresenta um caudal relativamente modesto: 1.500m3 por segundo, ou  metade do débito do Reno. O motivo de tal desproporção é que a maior parte da bacia se localiza em regiões áridas da China. O derretimento das neves nas cabeceiras e, durante o verão, as moderadas chuvas de monção (que produzem freqüentes transbordamentos) constituem as únicas fontes de alimentação do rio. A proporção média de sedimentos em suas águas é de 78g por litro, mas em algumas enchentes pode atingir setenta por cento do volume total.
No decorrer da história, as enchentes têm produzido inundações catastróficas e até mesmo modificações no curso do rio, com perda de milhões de vidas e destruição de grandes extensões de terras cultivadas. Por isso o rio Amarelo recebeu a designação de "desgraça da China". A irregularidade do débito, com estiagens no inverno e enchentes no verão, dificulta a navegabilidade, assim como seu aproveitamento para a irrigação. Tampouco tem permitido o desenvolvimento de grandes cidades em suas margens. Os principais centros urbanos da bacia são: Lanzhou, Xi'an, Tai'an, Luoyang e Jinan.
As obras para controlar o rio têm-se multiplicado desde a revolução chinesa de 1949. Além disso, foi desenvolvido um vasto programa de reflorestamento para reduzir a erosão do solo.
Fonte: Enciclopédia Barsa.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

PONTE RIO-NITERÓI

Movimento sobre a  Ponte Presidente Costa e Silva, popularmente conhecida como Ponte Rio-Niterói, localiza-se na baía de Guanabara, estado do Rio de Janeiro (BR), e liga os municipios do Rio de Janeiro e Niterói. A ponte inaugurada em 1974 possui 13,2 km de expensão e suporta um tráfego de 140 mil veiculos por dia.
Fonte: Wikipédia.

MONTES APALACHES

A barreira natural formada pelos Apalaches, entre a costa leste dos Estados Unidos e as vastas planícies interiores, constituiu um importante fator histórico na colonização do país.
Os montes Apalaches se estendem no sentido nordeste-sudoeste, paralelamente à costa atlântica, desde as proximidades de Québec, no Canadá, até o estado do Alabama, nos Estados Unidos. O sistema tem uma extensão de 1.900km, e sua largura varia de 200 a 300km.
Surgidos na era paleozóica, numa série de dobramentos, os montes foram trabalhados mais tarde por ciclos de erosão. Em terrenos calcários foram escavados vales, ao passo que cristas salientes iriam corresponder às rochas mais duras. Essa sucessão de vales e cristas paralelas, com rios a cortá-los transversalmente, caracteriza esse tipo de relevo. Em outras partes do mundo, como no Brasil, relevos semelhantes são classificados como de tipo apalachiano.
Formam a parte mais oriental do sistema, próximo ao litoral, as montanhas Azuis (Blue Ridge); ao centro, há uma série de vales lineares, dos quais o mais importante é o Grande Vale; estende-se a oeste o planalto apalachiano, que, na parte meridional, recebe o nome de Cumberland e, na setentrional, o de Allegheny. Em sua extremidade nordeste, perto do Canadá e do golfo de São Lourenço, o sistema assume a forma de cadeias mais ou menos isoladas: montes Adirondack, montanhas Verdes (Green Mountains) e montanhas Brancas (White Mountains).
Não se registram no sistema altitudes muito elevadas. A parte mais alta localiza-se ao sul, ainda que seu ponto culminante, o monte Mitchell (ou Black Dome), nas montanhas Azuis, mal ultrapasse 2.037m. A área de maior pluviosidade é a das montanhas Azuis; a de menor, a do Grande Vale, onde predominam as atividades agrícolas, com destaque para o vale do Shenandoah.
Na época do povoamento, o Grande Vale era a via de circulação mais utilizada, através de gargantas, o que possibilitou a penetração até a bacia do Ohio, no interior, via de passagem também aproveitada, mais tarde, por ferrovias, como a Baltimore-Ohio. Em 1933, a Tennessee Valley Authority (TVA) iniciou grandes obras na região dos Apalaches, voltadas para o melhor aproveitamento do rio Tennessee e seus afluentes.
Fonte: Enciclopédia Barsa.