quarta-feira, 31 de agosto de 2011

CONURBAÇÃO

Conurbação é um processo geográfico de crescimento e unificação da malha urbana (e da borda limítrofe de urbanização) de duas ou mais cidades. A conurbação é responsável pela formação de regiões metropolitanas, mas não a única causadora.
A cidade cresce e se expande, ampliando a sua presença além de seu perímetro urbano sobre aglomerados rurais e aproximando-se de cidades vizinhas. As cidades vizinhas passam a integrar a região metropolitana pelo processo de expansão e integração que desaparecem com os limites físicos que antes haviam entre as áreas antes distanciadas.
 A conurbação gera um conflito de entendimento entre as estruturas políticas, administrativas e de espaço edificado de cada cidade. Um dos fatores para esse processo é a demanda por espaços na cidade, conforme o crescimento demográfico e econômico, a cidade tende a se expandir para todos os lados.
 Essa expansão incorpora territórios e provoca adensamentos das áreas já utilizadas e antes estruturadas. É um processo que gera uma ampliação horizontal da periferia e vertical das regiões centrais de uma cidade.
 O perigo de uma conurbação está em seu descontrole muito percebido em cidades metropolitanas do Terceiro Mundo e, atualmente, de países em desenvolvimento. Uma expansão descontrolada gera perda na qualidade dos serviços prestados à população da cidade, má condição das edificações e perda na qualidade de vida.
 A conurbação já existia antes da Segunda Guerra Mundial em cidades como Londres, Nova Iorque, Paris e Tóquio. No Brasil, esse processo iniciou-se a partir da industrialização ocorrida a partir dos anos 50.
 A partir da década de 50, os centros urbanos do Brasil tornaram-se envelhecidos perante a demanda urbana de suas funcionalidades. Tornou-se necessário a construção de edificações modernas que acompanhassem o fluxo de pessoas e o avanço da industrialização.
 A construção de novas edificações acarretou no crescimento dos centros. Há também a conurbação entre cidades de países diferentes, como por exemplo, entre as cidade de Santana do Livramento – RS (Brasil) e Rivera (norte do Uruguai), cuja área conurbada corresponde à “Fronteira da Paz” com mais de 170.000 habitantes de ambas as cidades que utilizam dos serviços de saúde e de educação reciprocamente.
Nessas cidades, a conurbação propicia a ocorrência do fluxo pendular, fluxo de pessoas e de passageiros que passam por mais de uma cidade em direção às cidades dormitórios; esse fluxo, no período da manhã e do início da noite, registram movimento intenso.


terça-feira, 30 de agosto de 2011

MACHU PICHU


Considerada patrimômio mundial pela Unesco Unesco, Machu Picchu  também chamada "cidade perdida dos Incas", uma cidade pré-colombiana bem conservada, localizada no topo de uma montanha, a 2400 metros de altitude, no vale do rio Urubamba, atual Peru.

CAMPOS

Os Campos caracterizam-se pela presença de uma vegetação rasteira (gramíneas) e pequenos arbustos distantes uns dos outros. Podemos encontrar esta formação vegetal em várias regiões do Brasil (sul do Mato Grosso do Sul, nordeste do Paraná, sul de Minas Gerais e norte do Maranhão), porém é no sul do Rio Grande do Sul, região conhecida como Pampas Gaúchos, que encontramos em maior extensão.
 Características principais dos Campos:
- vegetação formada por gramíneas e arbustos e árvores de pequeno porte.
- não dependem de grande quantidade de chuvas.
- sua extensão atingem os territórios da Argentina e Paraguai.
Economia
A região dos Campos, principalmente no Rio Grande do Sul, é muito utilizada para a pastagem de gado. A pecuária é uma das principais atividades econômica nesta região.
Fonte: Sua Pesquisa.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

CAPITALISMO

Encontramos a origem do sistema capitalista na passagem da Idade Média para a Idade Moderna. Com o renascimento urbano e comercial dos séculos XIII e XIV, surgiu na Europa uma nova classe social: a burguesia. Esta nova classe social buscava o lucro através de atividades comerciais.
 Neste contexto, surgem também os banqueiros e cambistas, cujos ganhos estavam relacionados ao dinheiro em circulação, numa economia que estava em pleno desenvolvimento. Historiadores e economistas identificam nesta burguesia, e também nos cambistas e banqueiros, ideais embrionários do sistema capitalista : lucro, acúmulo de riquezas, controle dos sistemas de produção e expansão dos negócios.
Primeira Fase: Capitalismo Comercial ou Pré-Capitalismo 
Este período estende-se do século XVI ao XVIII. Inicia-se com as Grandes Navegações e Expansões Marítimas Européias, fase em que a burguesia mercante começa a buscar riquezas em outras terras fora da Europa. Os comerciantes e a nobreza estavam a procura de ouro, prata, especiarias e matérias-primas não encontradas em solo europeu. Estes comerciantes, financiados por reis e nobres, ao chegarem à América, por exemplo, vão começar um ciclo de exploração, cujo objetivo principal era o enriquecimento e o acúmulo de capital. Neste contexto, podemos identificar as seguintes características capitalistas : busca do lucros, uso de mão-de-obra assalariada, moeda substituindo o sistema de trocas, relações bancárias, fortalecimento do poder da burguesia e desigualdades sociais.
Segunda Fase: Capitalismo Industrial 
No século XVIII, a Europa passa por uma mudança significativa no que se refere ao sistema de produção. A Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra, fortalece o sistema capitalista e solidifica suas raízes na Europa e em outras regiões do mundo. A Revolução Industrial modificou o sistema de produção, pois colocou a máquina para fazer o trabalho que antes era realizado pelos artesãos. O dono da fábrica conseguiu, desta forma, aumentar sua margem de lucro, pois a produção acontecia com mais rapidez. Se por um lado esta mudança trouxe benefícios ( queda no preço das mercadorias), por outro a população perdeu muito. O desemprego, baixos salários, péssimas condições de trabalho, poluição do ar e rios e acidentes nas máquinas foram problemas enfrentados pelos trabalhadores deste período.
O lucro ficava com o empresário que pagava um salário baixo pela mão-de-obra dos operários. As indústrias, utilizando máquinas à vapor, espalharam-se rapidamente pelos quatro cantos da Europa. O capitalismo ganhava um novo formato. 
Muitos países europeus, no século XIX, começaram a incluir a Ásia e a África dentro deste sistema. Estes dois continentes foram explorados pelos europeus, dentro de um contexto conhecido como neocolonialismo. As populações destes continentes, foram dominadas a força e tiveram suas matérias-primas e riquezas exploradas pelos europeus. Eram também forçados a trabalharem em jazidas de minérios e a consumirem os produtos industrializados das fábricas européias.
Terceira Fase: Capitalismo Monopolista-Financeiro 
niciada no século XX, esta fase vai ter no sistema bancário, nas grandes corporações financeiras e no mercado globalizado as molas mestras de desenvolvimento. Podemos dizer que este período está em pleno funcionamento até os dias de hoje.
Grande parte dos lucros e do capital em circulação no mundo passa pelo sistema financeiro. A globalização permitiu as grandes corporações produzirem seus produtos em diversas partes do mundo, buscando a redução de custos. Estas empresas, dentro de uma economia de mercado, vendem estes produtos para vários países, mantendo um comércio ativo de grandes proporções. Os sistemas informatizados possibilitam a circulação e transferência de valores em tempo quase real. Apesar das indústrias e do comercio continuarem a lucrar muito dentro deste sistema, podemos dizer que os sistemas bancário e financeiro são aqueles que mais lucram e acumulam capitais dentro deste contexto econômico atual.
SUA PESQUISA


quinta-feira, 25 de agosto de 2011

EFEITO ESTUFA

 O efeito estufa tem colaborado com o  aumento da temperatura no globo terrestre nas últimas décadas. Pesquisas recentes indicaram que o século XX foi o mais quente dos últimos 500 anos. Pesquisadores do clima afirmam que, num futuro próximo, o aumento da temperatura provocado pelo efeito estufa poderá ocasionar o derretimento das calotas polares e o aumento do nível dos mares. Como conseqüência, muitas cidades litorâneas poderão desaparecer do mapa.
Como é gerado 
O efeito estufa é gerado pela derrubada de florestas e pela queimada das mesmas, pois são elas que regulam a temperatura, os ventos e o nível de chuvas em diversas regiões. Como as florestas estão diminuindo no mundo, a temperatura terrestre tem aumentado na mesma proporção.
Um outro fator que está gerando o efeito estufa é o lançamento de gases poluentes na atmosfera, principalmente os que resultam da queima de combustíveis fósseis. A queima do óleo diesel e da gasolina nos grandes centros urbanos tem colaborado para o efeito estufa. O dióxido de carbono (gás carbônico) e o monóxido de carbono ficam concentrados em determinadas regiões da atmosfera formando uma camada que bloqueia a dissipação do calor. Outros gases que contribuem para este processo são:  gás metano, óxido nitroso e óxidos de nitrogênio. Esta camada de poluentes, tão visível nas grandes cidades, funciona como um isolante térmico do planeta Terra. O calor fica retido nas camadas mais baixas da atmosfera trazendo graves problemas ao planeta.
Problemas futuros
Pesquisadores do meio ambiente já estão prevendo os problemas futuros que poderão atingir nosso planeta caso esta situação persista. Muitos ecossistemas poderão ser atingidos e espécies vegetais e animais poderão ser extintos. Derretimento de geleiras e alagamento de ilhas e regiões litorâneas. Tufões, furacões, maremotos e enchentes poderão ocorrer com mais intensidade. Estas alterações climáticas poderão influenciar negativamente na produção agrícola de vários países, reduzindo a quantidade de alimentos em nosso planeta. A elevação da temperatura nos mares poderia ocasionar o desvio de curso de correntes marítimas, ocasionando a extinção de vários animais marinhos e diminuir a quantidade de peixes nos mares.
Soluções e medidas tomadas contra o efeito estufa
Preocupados com estes problemas, organismos internacionais, ONGs (Organizações Não Governamentais) e governos de diversos países já estão tomando medidas para reduzir a poluição ambiental e a emissão de gases na atmosfera. O Protocolo de Kyoto, assinado em 1997, prevê a redução de gases poluentes para os próximos anos. Porém, países como os Estados Unidos tem dificultado o avanço destes acordos. Os EUA alegam que a redução da emissão de gases poluentes poderia dificultar o avanço das indústrias no país.
Em dezembro de 2007, outro evento importante aconteceu na cidade de Bali. Representantes de centenas de países começaram a definir medidas para a redução da emissão de gases poluentes. São medidas que deverão ser tomadas pelos países após 2012.
Sua Pesquisa.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

MAR BALTICO

A importância do papel desempenhado pelo mar Báltico no comércio marítimo decorre do grande número de portos existentes em seu litoral. Na baixa Idade Média, suas cidades portuárias se associaram na liga Hanseática, que monopolizou as operações comerciais entre os países da região e a Europa ocidental.
O Báltico ocupa uma superfície de 420.000km2 e se estende, em linha reta, por 1.600km do leste da Dinamarca ao sul da Finlândia, com largura que oscila entre 80 e 650km. Banha a Dinamarca, a Suécia, a Finlândia, a Rússia, as chamadas repúblicas bálticas da antiga União Soviética -- Estônia, Letônia e Lituânia --, a Polônia e a Alemanha. De costas acidentadas, deve sua configuração a quatro golfos principais: o de Bótnia, entre a Suécia e a Finlândia; o da Finlândia, entre esse país e a Rússia; o de Riga, entre a Estônia e a Letônia, e o de Gdansk, na Polônia. Suas principais ilhas são as de Åland (Finlândia), Gotland e Öland (Suécia),    Fionia, Sjaelland e Bornholm (Dinamarca) e Rügen (Alemanha). Liga-se ao mar do Norte pelos canais dinamarqueses chamados Sound, Grande Belt e Pequeno Belt; pelos estreitos de Kattegat e de Skagerrat e pelo canal alemão de Kiel.
O golfo de Bótnia, porção setentrional do Báltico, é uma depressão originada por dobramentos e aprofundada por geleiras, sobre o escudo cristalino da Finlândia e da Suécia. A parte meridional ocupa   uma bacia escavada pela erosão fluvial e trabalhada por geleiras. As maiores profundidades -- acima de quarenta metros -- ocorrem nas fossas da área central e em raros pontos chegam a cem metros. A costa da Suécia, constituída por planaltos rochosos, contrasta com a costa leste, de configuração baixa e arenosa.
Devido à grande quantidade de água doce que recebe dos rios Vístula, Oder, Neva e Narva, entre outros, e das precipitações pluviais, que se acrescentam à escassa evaporação, o Báltico apresenta um dos mais baixos índices de salinidade do mundo. A pequena profundidade e a baixa salinidade contribuem para o congelamento periódico das águas e a conseqüente pobreza da vida marinha. O nível do Báltico é mais alto que o do mar do Norte, o que provoca um fluxo em direção a esse. Os ventos formam grandes ondas que provocam inundações nas costas polonesas e alemãs e levam gelo flutuante para a Dinamarca, dificultando a navegação.
Apesar de pouco navegável, o Báltico tem servido tradicionalmente aos propósitos do comércio marítimo. Seus principais portos são os de Copenhague, na Dinamarca; Estocolmo, na Suécia; Helsinki, na Finlândia; São Petersburgo e Königsberg, na Rússia; Gdansk, na Polônia, e Kiel e Rostock, na Alemanha.
Fonte: Enciclopédia Barsa.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

CORDILHEIRA DOS ANDES

Foto aérea da Cordilheira dos Andes na fronteira entre Chile e Argentina.

CLASSIFICAÇÃO DAS CIDADES

Metrópoles  – são cidades com altas densidades demográficas e que concentram variados tipos de universidades, de estabelecimentos comerciais, alem de bancos, sedes de órgãos públicos, jornais e emissoras de televisão, entre outros.
Hierarquia Urbana
Metrópoles mundiais
Representado pelas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Exercem influência sobre todo território nacional, determinando importantes aspectos da vida cultural, cientifico, social e econômica do País.
Metrópoles nacionais
Correspondem às cidades que exercem grandes influências sobre o território dos estados onde estão localizados e, muitas vezes, sobre extensas áreas de estados vizinhos. Ex: Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre.
Metrópoles regionais
São cidades com mais de 1 milhão de habitantes que abrigam atividades econômicas diversificadas, mas possuem uma área influência menor que a das metrópoles nacionais. Ex: Belém, Vitória, Goiânia.
Capitais regionais
Correspondem às cidades de grande e médio porte que exercem influência sobre um vasto número de municípios à sua volta. Apesar de não serem consideradas metrópoles, possuem um número razoável de indústrias, de prestadores de serviços (hospitais, médicos, universidades, etc.). Ex: Campo Grande, Ribeirão Preto, Cuiabá.
Centros regionais
São cidades de porte médio que estão sob a influência de capitais regionais, mas que exercem influência sobre várias cidades menores em seu entorno.
Centros locais
Correspondem aos centros urbanos espalhados por todo o país, que exercem influência apenas sobre a área de seu município.
Rede Urbana
São as ligações que as cidades estabelecem entre si, formando naturalmente uma hierarquia, cuja importância é medida de acordo com a área de abrangência de cada uma, estabelecida pela prestação de serviços e pela concentração de atividades que a mesma possui.
Os agrupamentos Urbanos
Conurbação
Encontro físico sócio-econômico das cidades. Ex: ABCD Paulista.
egiões Metropolitanas
onjunto de municípios integrados entre si fisicamente e socioeconomicamente.
Megalópoles
Junção de Metrópoles.

Leopoldo Toffoli

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

PONTE DE PRIMEIRO MUNDO


A nova ponte "Slinky Springs to Fame" é iluminada à noite na cidade de Oberhausen, na Alemanha.(G1).

LAGO BAIKAL

Mais profundo lago da Terra, o Baikal constitui um rico ecossistema, e cerca de três quartos de suas 600 espécies vegetais e mais de 1.200 espécies animais não são encontradas em nenhuma outra parte do mundo.
O lago Baikal localiza-se no sul da Sibéria oriental, na Rússia, e ocupa uma área de 31.500km2. Com profundidade máxima de 1.620m, tem largura média de 48,2km e se estende por 636km. Entre suas 27 ilhas, as principais são a Olkhon e a Bolshoi Ushkam.
O grande volume de águas do lago se deve basicamente aos numerosos rios que descem das montanhas. Deságuam no lago mais de três centenas de cursos d'água, entre eles rios importantes como o Selenga, o Barguzin, o Turka e o Snejnaia. A área do lago Baikal, oriunda de uma depressão do período terciário, é formada de rochas metamórficas, sedimentares e magmáticas, com mais de 500 milhões de anos. Ocasionalmente, é sacudida por terremotos. De janeiro a maio, o Baikal fica totalmente congelado. Até quarenta metros de profundidade, a água do lago é muito clara, com poucos minerais em suspensão. O Baikal é navegável de maio a outubro, e suas águas ajudam também a regularizar o funcionamento das centrais elétricas de Irkutsk e Bratsk.
Às margens do Baikal, encontram-se cidades importantes, como Irkutsk, Goriachinsk e Khakusi, estas últimas muito procuradas devido às propriedades terapêuticas de suas fontes minerais. Entre as indústrias da região, destacam-se a mineração de mica e mármore, a fabricação de papel e celulose, a construção naval, a extração de madeira e a pesca.
A rica fauna local compreende cerca de cinqüenta espécies de peixe. O maior é o esturjão, que chega a quase dois metros e 120kg. O único mamífero da região é a foca siberiana, também típica do lago.
Fonte: Enciclopédia Barsa.

ISRAEL, O EGITO E O MEDO

O governo de Israel se utiliza da política do medo para apoiar o ditador Hosni Mubarack e seu regime em agonia
Política do medo. É desse jeito que o governo israelense, chefiado pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, se posicionou pela primeira vez sobre o levante popular no Egito após dias de “neutralidade”. Na segunda-feira 31, em um encontro com a chanceler alemã Angela Merkel, em Jerusalém, o premier disse que Israel é “uma ilha de estabilidade na região” e demonstrou preocupação com as “rápidas mudanças sem aspectos de democracia moderna” que acontecem no país vizinho, como já se passara no Irã na revolução de 1979: “Irá acontecer uma insurreição de um regime opressivo radical muçulmano.”
“O governo israelense se utiliza desta política desde a sua criação. Israel precisa parar de representar a fronteira ocidental no Oriente Médio. O status quo não dá mais para ser mantido”, afirmou o jornalista israelense, de origem francesa, Michael Warshawski, fundador do Centro de Informação Alternativa (http://www.alternativenews.org/), criado em 1984 para dar outra visão do conflito israelense-palestino.
O levante popular que levou mais de um milhão de pessoas as ruas do Cairo nesta terça-feira 1 coloca em xeque o acordo de paz entre Israel e Egito assinado em 1979. “Israel controla o seu povo com o medo. O alvo da vez é o fundamentalismo islâmico, representado pelo Hamas na Faixa de Gaza. O mesmo artifício está sendo usado com o que está acontecendo no Egito”, completa.
Enquanto o Cairo, Alexandria e outras grandes cidades egípcias pegavam fogo, o governo do presidente Hosni Mubarack pedia autorização a Israel para transferir um contingente de 800 soldados ao Sinai, região de fronteira com Israel, para negociar a revolta beduína na península. A presença de tropas no Sinai é uma infração ao Tratado de Paz de 1979, que exige que a área, anexada a Israel após a Guerra dos Seis Dias de 1967, seja completamente desmilitarizada. No mesmo dia, tropas israelense foram enviadas à região para conter uma eventual brecha para “terroristas” egípcios atravessarem a fronteira. Israel ainda teme que beduínos também cruzem para o seu lado da fronteira em busca de refúgio.
Nas ruas de Jerusalém, como não poderia ser diferente, o assunto não é outro. No bairro mulçumano da cidade velha de Jerusalém, comerciantes palestinos estão ansiosos pelo desfecho dos protestos contra o presidente Mubarack, que, em pronunciamento, afirmou não pretender se candidatar novamente ao cargo nas eleições marcadas para setembro próximo. “Finalmente as pessoas estão se revoltando contra esses ditadores. Primeiro a Tunísia, agora o Egito. Tomara que isso ajude a nossa causa. Tudo o que queremos é paz”, revela o vendedor palestino Salim Hassan, dono de uma loja de lenços árabes na Rua David, a poucos metros do portão que o separa do bairro judeu.
“O que está acontecendo no Egito e na Tunísia não vai contribuir para a causa palestina diretamente porque há muito tempo está claro o que é preciso ser feito para a criação da Palestina. Com os atuais governantes, Israel e Palestina nunca chegarão a um acordo de paz”, analisa a ativista Angela Godfrey-Golfstein, integrante do Comitê Israelense Contra a Demolição de Casas (http://www.icahd.org/) palestinas em Jerusalém. Coincidência ou não, o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, anunciou nesta terça-feira 1 que realizará eleições assim que possível. Elas deveriam ter acontecido em 2009, mas Abbas as cancelou sob a alegação de que não realizaria um pleito enquanto a Palestina continuasse dividida politicamente, com o Hamas na Faixa de Gaza e o Fatah na Cisjordânia. O secretário de gabinete palestino, Naim Abual-Hommos, afirmou à AP que o governo estava esperando apenas pelo momento correto para realizar as eleições e que não há nenhuma conexão com as revoltas no Egito.
Bruno Huberman

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

MONTANHAS ROCHOSAS

Com vastos territórios que se mantêm praticamente inalterados pela ocupação humana, o sistema montanhoso das Rochosas abriga importantes recursos naturais dos Estados Unidos e do Canadá, além de constituir uma das mais famosas atrações turísticas do continente.
As montanhas Rochosas (Rocky Mountains) representam a parte mais extensa do grande conjunto montanhoso que ocupa a porção oeste da América do Norte. O sistema estende-se por cerca de 4.800km na direção noroeste-sudeste, do Canadá aos Estados Unidos, até quase a fronteira mexicana. Varia entre 112km e mais de 600km de largura e seus picos ultrapassam freqüentemente os quatro mil metros de altitude. Seu ponto culminante é o monte Elbert, no Colorado, com 4.399m. Alguns dos maiores rios americanos, como o Missouri, Rio Grande, Colúmbia e Colorado, originam-se nas Rochosas.
No Canadá, as montanhas são formadas por dobramentos de morfologia muito variada. Os trinta picos mais altos ultrapassam os três mil metros de altitude e o ponto culminante é o Robson, com 3.954m. Cinco dos parques nacionais do Canadá localizam-se nas Rochosas.
Em território americano, distinguem-se três regiões principais: norte, centro e sul. As Rochosas do norte são mais complexas do ponto de vista geológico e apresentam constituição muito semelhante às canadenses. Raramente ultrapassam os três mil metros de altura e seguem, predominantemente, a direção norte-sul. Apesar da pequena altitude em relação às montanhas do Colorado, o alto índice de precipitações e a latitude favorecem a glaciação.
Na região central, que cobre o centro-oeste do Wyoming, falhas de compressão e vulcanismo produziram belíssimas paisagens a oeste, algumas delas incluídas nos parques nacionais de Grande Teton e Yellowstone. A depressão de Wyoming representa uma interrupção da cadeia, por estar aberta às grandes pradarias, pelo nordeste, e aos planaltos do Colorado, pelo sudoeste.
A porção sul das Rochosas americanas, a sudeste de Wyoming, é composta de várias cadeias de direção predominante norte-sul. No Novo México e ao longo dos flancos ocidentais da cadeia do Colorado, o vulcanismo e as deformações de rochas sedimentares coloridas deram origem a pitorescas paisagens, mas as características cadeias do Colorado central e do sul do Wyoming destacam-se pelo aspecto austero.
Clima, fauna e flora. O norte das Rochosas recebe três vezes mais chuvas do que o sul, onde o clima se torna mais quente. A continentalidade e as grandes altitudes, no entanto, neutralizam no sul as vantagens da latitude. Duas zonas verticais prevalecem em todo o sistema. A mais baixa, entre 2.500 e 3.000m, apresenta clima temperado, com invernos frios e verões relativamente suaves. A mais alta é a tundra alpina, com invernos severos e verões curtos. O suprimento de água é quase sempre insuficiente e o Novo México e o Arizona são os estados mais afetados pela escassez. No sul, há tendência à aridez. A flora inclui faias, abetos, zimbros, pinheiros e vegetação herbácea alpina. Habitam na região ursos, alces, cabras montesas, ovelhas e pumas.
População e expedições exploradoras. A ocupação humana das Rochosas data do período entre 10000 a.C. e 8000 a.C. Atualmente, os povos indígenas incluem os navajos, hopis e cheyennes. Os europeus chegaram pelo sudoeste no século XVI. No século XVIII, missionários espanhóis estabeleceram-se no Novo México. No início do século XIX, vários exploradores abriram caminhos em direção ao Pacífico, a partir do vale do rio Missouri, e entraram em contato -- e freqüentemente em conflito -- com praticamente todas as comunidades indígenas das montanhas.
Economia. A próspera indústria turística é sustentada por viajantes e desportistas, que visitam as Rochosas durante todo o ano. A região é uma das mais ricas do mundo em recursos minerais, com destaque para as jazidas de cobre, ferro, ouro, prata, chumbo, zinco, molibdênio, berílio e urânio. Há também grandes reservas de substâncias não-metálicas, como fosfatos, potassa e gipsita, além de petróleo e gás natural. As jazidas de carvão estão entre as maiores do planeta. São também importantes as reservas de xisto betuminoso, a extração de madeira e a atividade das fazendas.
Fonte: Enciclopédia Barsa.


quarta-feira, 17 de agosto de 2011

VEGETAÇÃO

Em nosso planeta possuímos diferentes tipos de vegetações, sendo que estas podem variar de acordo com a região em que se encontram. Fatores como altitude, latitude, pressão atmosférica, iluminação e forma de atuação das massas de ar são fundamentais para sabermos qual a espécie de vegetação que se encontram em cada parte do planeta Terra.
 Em regiões de baixa latitude encontram-se as florestas equatoriais. Entre elas, a floresta amazônica, que está localizada no Brasil; há ainda outras florestas pertencentes a este tipo de região; contudo, estão situadas na parte centro-ocidental da África e também no sudeste Asiático. Este tipo de vegetação desenvolve-se em lugares quentes e úmidos e possui uma grande variedade de espécies. Suas principais características são as folhas grandes e com um tom de verde bem definido. Um outro detalhe importante, é que elas se alimentam de si mesmas, por isso, são chamadas de autofágicas. 
 Na faixa intertropical litorânea estão às florestas tropicais. Se compararmos este tipo de floresta com a equatorial, certamente teremos um número bem menor de variedades de espécies vegetais e também tipos de vidas que não existem em outros locais. 
No centro-oeste brasileiro, em grande parte do centro da África, no litoral da Índia e no norte da Austrália estão localizadas as savanas ou cerrados. Este tipo de flora é composto por plantas rasteiras e por árvores pequenas que perdem suas folhas no período da seca, fato que impede o ressecamento do solo. 
Na região de clima temperado continental (norte dos EUA, sul do Canadá, centro-sul da Rússia, norte da China, norte da Argentina e do Uruguai) encontram-se os campos ou pradarias. Esta vegetação nasce onde há pouca umidade para o crescimento de árvores, havendo somente um tapete herbáceo conhecido como gramíneas. Na Argentina temos os pampas, nos EUA e no Canadá temos as pradarias e na Rússia as estepes; contudo, apesar das diferentes denominações, a espécie é a mesma. 
Até nas áreas que não existem nenhum tipo de vegetação fixa, como no caso dos desertos, surgem ervas rasteiras em alguns locais após as chuvas. Em alguns lugares, caso haja algum lençol subterrâneo com água, existe a possibilidade do surgimento de oásis com palmeiras. 
 Temos ainda, as florestas temperadas, que estão localizadas no Canadá, região do hemisfério Norte, nos Estados Unidos e norte da Europa. As florestas de coníferas, típicas de regiões subpolares como o norte do Canadá, da Europa e Rússia. E a tundra, vegetação que surge em solos gelados como musgos e liquens.
SUA PESQUISA


NEOLIBERALISMO

Podemos definir o neoliberalismo como um conjunto de ideias políticas e econômicas capitalistas que defende a não participação do estado na economia. De acordo com esta doutrina, deve haver total liberdade de comércio (livre mercado), pois este princípio garante o crescimento econômico e o desenvolvimento social de um país.
Surgiu na década de 1970, através da Escola Monetarista do economista Milton Friedman, como uma solução para a crise que atingiu a economia mundial em 1973, provocada pelo aumento excessivo no preço do petróleo.
 Características do Neoliberalismo (princípios básicos):
 - mínima participação estatal nos rumos da economia de um país;
- pouca intervenção do governo no mercado de trabalho;
- política de privatização de empresas estatais;
- livre circulação de capitais internacionais e ênfase na globalização;
- abertura da economia para a entrada de multinacionais;
- adoção de medidas contra o protecionismo econômico;
- desburocratização do estado: leis e regras econômicas mais simplificadas para facilitar o funcionamento das atividades econômicas;
- diminuição do tamanho do estado, tornando-o mais eficiente;
- posição contrária aos impostos e tributos excessivos;
- aumento da produção, como objetivo básico para atingir o desenvolvimento econômico;
- contra o controle de preços dos produtos e serviços por parte do estado, ou seja, a lei da oferta e demanda é suficiente para regular os preços;
- a base da economia deve ser formada por empresas privadas;
- defesa dos princípios econômicos do capitalismo.
Críticas ao neoliberalismo
Os críticos ao sistema afirmam que a economia neoliberal só beneficia as grandes potências econômicas e as empresas multinacionais. Os países pobres ou em processo de desenvolvimento (Brasil, por exemplo) sofrem com os resultados de uma política neoliberal. Nestes países, são apontadas como causas do neoliberalismo: desemprego, baixos salários, aumento das diferenças sociais e dependência do capital internacional.
Pontos positivos
Os defensores do neoliberalismo acreditam que este sistema é capaz de proporcionar o desenvolvimento econômico e social de um país. Defendem que o neoliberalismo deixa a economia mais competitiva, proporciona o desenvolvimento tecnológico e, através da livre concorrência, faz os preços e a inflação caírem. 
SUA PESQUISA


terça-feira, 16 de agosto de 2011

OFENSIVA CONTRA O TERRORISMO

TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA E CRESCIMENTO POPULACIONAL

Grandes debates sobre o crescimento populacional surgiram a partir da Revolução industrial. Depois de um longo período de crescimento lento entre a Idade Média e meados do século 18, a população começou a aumentar num ritmo surpreendente e, para muitos, alarmante. Considerando-se todo o tempo da presença do homem na Terra, calcula-se que somente por volta de 1830 o planeta alcançou o seu primeiro bilhão de habitantes. Atualmente, nem dois séculos passados, somos 6,5 bilhões de seres humanos.

Para muitos, o crescimento populacional ocorrido após a Revolução Industrial era uma realização promissora da humanidade: representava uma conquista do homem que, ao se adaptar melhor à vida no planeta, conseguia viver cada vez mais. Para outros, o crescimento populacional era motivo de preocupação e deveria ser combatido, pois anunciava grandes problemas futuros.
A análise mais clássica sobre esta questão surgiu em 1798, quando o economista e demógrafo inglês Thomas Robert Malthus publicou o "Ensaio sobre a população". Nesse trabalho, avaliava que o crescimento populacional era uma das principais limitações ao progresso da sociedade. Segundo Malthus o crescimento ilimitado da população não se ajustava à capacidade limitada dos recursos naturais existentes no planeta.

Malthus afirmava que "a população, quando não controlada, cresce numa
progressão geométrica. Os meios de subsistência crescem apenas numa progressão aritmética. Um pequeno conhecimento de números demonstrará a enormidade do primeiro poder em comparação com o segundo. (...) Isso implica um obstáculo que atua de modo firme e constante sobre a população, a partir da dificuldade de subsistência".

O demógrafo considerava que esta realidade era responsável pela fome, pela subnutrição, pelas epidemias, pelas guerras motivadas pelas disputas territoriais e pela falta de moralidade. A solução que propunha eram medidas do poder público para controlar o crescimento da população. Também era contrário à Lei dos Pobres (Poor Law), da Inglaterra, que obrigava ao Estado prover as necessidades humanas vitais aos menos favorecidos. Essa lei, segundo ele, estimulava o crescimento populacional descontrolado, por amparar justamente aqueles que mais procriavam e menos tinham condições de sustentar os filhos que colocavam no mundo.

As idéias de Malthus encontraram eco e adeptos em todo mundo e, vez por outra, são ressuscitada nos mais diferentes contextos, embora novas concepções já tenham contestado cientificamente sua validade.
O conceito de transição demográfica foi introduzido por Frank Notestein, em 1929, e é a contestação factual da lógica malthusiana. Foi elaborada a partir da interpretação das transformações demográficas sofridas pelos países que participaram da Revolução Industrial nos séculos 18 e 19, até os dias atuais. A partir da análise destas mudanças demográficas foi estabelecido um padrão que, segundo alguns demógrafos, pode ser aplicado aos demais países do mundo, embora em momentos históricos e contextos econômicos diferentes.

Ela explica que, durante uma longa fase da história, a natalidade e a mortalidade mantiveram-se elevadas e próximas, caracterizando um crescimento lento. Guerras, epidemias e fome dizimavam comunidades inteiras. A partir da Revolução Industrial teve início a primeira fase, das três que caracterizam o modelo de transição demográfica.
1ª. fase - transição da mortalidade
A Revolução Industrial, o processo de urbanização e de modernização da sociedade foram responsáveis, num primeiro momento, por um crescimento populacional acelerado nos países europeus e posteriormente nos Estados Unidos, Japão, Austrália e outros.

Apesar das péssimas condições de moradia e saúde das cidades industriais, até pelo menos o final do século 19, a elevação da produtividade e da oferta de bens de subsistência propiciaram progressiva melhora no padrão de vida da população. Conquistas sanitárias e médicas, associadas a esta fase de desenvolvimento científico e tecnológico, tiveram impactos diretos na saúde pública e, conseqüentemente, na queda das taxas de mortalidade. Portanto, a primeira fase de transição demográfica é marcada pelo rápido crescimento da população, favorecido pela queda da mortalidade já que as taxas de natalidade, ainda, permaneceram algum tempo elevadas.

2ª. fase - transição da fecundidade
A segunda fase caracteriza-se pela diminuição das taxas de fecundidade (ou seja, o número médio de filhos por mulher em idade de procriar, entre 15 a 49 anos), provocando queda da taxa de natalidade mais acentuada que a de mortalidade e desacelerando o ritmo de crescimento da população.

Aos poucos foram sendo rompidos os padrões culturais e históricos que se caracterizavam pela formação de famílias numerosas. Mas estas transformações culturais foram mais lentas. Levou um certo tempo para que os hábitos e costumes comunitários da sociedade anterior, baseados na organização de um outro padrão familiar, fossem rompidos. A mortalidade infantil elevada induzia as famílias a terem muitos filhos, contando com o fato de que nem todos eles sobreviveriam. Os efeitos sociais das conquistas sanitárias na qualidade de vida permitiram que a mortalidade infantil também diminuísse e as famílias pudessem planejar o que consideravam o número ideal de filhos, numa sociedade que se modernizava.

3ª. fase - a estabilização demográfica
Na terceira fase da transição demográfica as taxas de crescimento ficam próximas de 0%. Ela é o resultado da tendência iniciada na segunda fase: o declínio da fecundidade e a ampliação da expectativa média de vida que acentuou o envelhecimento da população. As taxas de natalidade e de mortalidade se aproximaram a tal ponto que uma praticamente anula o efeito da outra. Esta é a situação encontrada há pouco mais de uma década em diversos países europeus e é denominada de fase de estabilização demográfica.
Claudio Mendonça.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

ÁRVORES AMEAÇADAS

EL NIÑO

O El Niño é um fenômeno climático, de caráter atmosférico-oceânico, em que ocorre o aquecimento fora do normal das águas superficiais e sub-superficiais do Oceano Pacífico Equatorial. As causas deste fenômeno ainda não são bem conhecidas pelos especialistas em clima.
 Este fenômeno costuma alterar vários fatores climáticos regionais e globais como, por exemplo, índices pluviométricos (em regiões tropicais de latitudes médias), padrões de vento e deslocamento de massas de ar. O período de duração do El Niño varia entre 10 e 18 meses e ele acontece de forma irregular (em intervalos de 2 a 7 anos).
 Efeitos do El Niño
- Os ventos sopram com menos força na região central do Oceano Pacífico;
- Acúmulo de águas mais quentes do que o normal na costa oeste da América do Sul;
- Diminuição na quantidade de peixes na região central e sul do Oceano Pacífico e na costa oeste dos Canadá e Estados Unidos;
- Intensificação da seca no nordeste brasileiro;
- Aumento do índice de chuvas na costa oeste da América do Sul;
- Aumento das tempestades tropicais na região central do Oceano Pacífico;
- Secas na região da Indonésia, Índia e costa leste da Austrália;
- Muitos climatologistas acreditam que o El Niño possa estar relacionado com o inverno mais quente na região central dos Estados Unidos, secas na África e verões mais quentes na Europa. Estes efeitos ainda estão em processo de estudos.
 Curiosidades:
 - O termo El Niño é de origem espanhola e se refere a Corrente de El Niño. O nome foi dado por pescadores da costa do Peru e Equador, pois na época do Natal a região costuma receber uma corrente marítima de águas quentes. Por aparecer no período natalino, El Niño (O Menino) Jesus foi homenageado, pelos pescadores, com o nome do fenômeno climático. O termo popular foi adotado também pelos climatologistas.
- Quando o fenômeno é inverso, ocorrendo um resfriamento fora do normal na águas da região equatorial do Oceano Pacífico, dá-se o nome de La Niña.
Fonte: SUA PESQUISA


sexta-feira, 12 de agosto de 2011

CAMPO DE GIRASSÓIS


Campo de girassóis é visto em meio a tempestade perto de Donzere, no sul da França.

BARRA DO CHUÍ

MAR AMARELO

A pesca e o comércio têm sido as riquezas tradicionais do mar Amarelo (em chinês, Huanghai).
Formado por um prolongamento do mar da China Oriental, o Amarelo constitui um vasto golfo do oceano Pacífico, entre as grandes planícies da China e da Coréia. As penínsulas de Liaodong (Liaotung) e Shandong (Chan-tong) dividem-no em três partes: baía da Coréia, baía de Liaodong e golfo de Bo ou Chihli.
Embora meça 960km de norte a sul e 700km de leste a oeste e tenha uma superfície de 404.000km2, excluído o golfo de Bo, suas características fisiográficas são típicas de um mar costeiro, com profundidade máxima de 103m e média de 44m. A pouca profundidade e o fato de estar isolado do efeito moderador do Pacífico, explicam as grandes variações térmicas de suas águas. O litoral é baixo, retilíneo e arenoso (planícies de Hebei e Liaoyang), embora em alguns pontos haja áreas rochosas, elevadas e acidentadas por numerosas ilhas e ilhotas (costa da Coréia).
Os rios que deságuam no mar Amarelo, sobretudo seu homônimo, o rio Amarelo, trazem grande quantidade de sedimentos argilosos, que turvam suas águas, conferindo-lhe a cor que lhe deu o nome. Esses depósitos lodosos gradativamente assoreiam o leito submarino que, dentro de alguns milhares de anos, se transformará num alagadiço, antes de secar de todo.
O mar Amarelo constitui importante via de acesso à China, através do vale do rio Amarelo. Tal fato levou o Reino Unido, a França e a Rússia, em fins do século XIX, a procurar controlá-lo. Por ligarem a zona industrializada da Manchúria às férteis planícies do Yangzi, suas águas também propiciam intenso comércio. O Amarelo tem características de mar interior e a maioria de seus portos não possui profundidade suficiente para receber embarcações de grande calado. Os principais portos são os de Inchon, na Coréia, e Liushun (antigo Port Arthur), na China.
Fonte: Barsa.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

BACIA AMAZÔNICA

Características da Bacia Amazônica 
A Bacia Amazônica é a maior bacia hidrográfica do mundo com 7,05 milhões de quilômetros quadrados. Deste total, aproximadamente 4 milhões de km2 estão em território brasileiro (região norte). Ela também esta presente nos territórios da Bolívia, Peru, Venezuela e Colômbia.
A Bacia Amazônica começa no território peruano como o rio Vilcanota. este rio, ao entrar em território brasileiro, ganha o nome de Solimões. Ao encontrar-se com o rio Negro, recebe o nome de Amazonas.
A Bacia Amazônica possui comunicação com a Bacia do Orinoco, através do Canal do Cassiquare.
Tendo o rio Amazonas como a espinha dorsal da bacia, ela conta com grande quantidade de afluentes e canais, criados pelo processo de cheia e vazante.
Um outro destaque desta Bacia Hidrográfica é a grande quantidade de rios navegais. No total, cerca de 22 mil quilômetros de rios recebem embarcações, facilitando o transporte de pessoas e mercadorias na região. A hidrovia do rio Madeira, inaugurada em 1997, possibilita o transportem principalmente de gêneros agrícolas, entre Porto Velho e Itacoatiara.
Principais rios da Bacia Amazônica:
- Rio Amazonas
- Rio Negro
- Rio Solimões
- Rio Xingu
- Rio Madeira
- Rio Tocantins
- Rio Japurá
- Rio Juruá
- Rio Purus
- Rio Tapajós
- Rio Branco
- Rio Jari
- Rio Trombetas
Fonte:SUA PESQUISA


quarta-feira, 10 de agosto de 2011

O FIM DA GEOPOLITICA BIPOLAR

A Nova Ordem Mundial é um conceito político e econômico que se refere ao contexto histórico do mundo pós-Guerra Fria. Estabeleceu-se no fim da década de 80, com a queda do muro de Berlim (1989), no quadro das transformações ocorridas no Leste Europeu com a desintegração do bloco soviético.
O termo Nova Ordem Mundial é aplicado de forma abrangente. Em um contexto atual, pode se referir também à importância das novas tecnologias em um mundo progressivamente globalizado e às novas formas de controle tecnológico sobre as pessoas.
A Nova Ordem Mundial busca garantir o desenvolvimento do capitalismo e estrutura-se a partir de uma hierarquização de países, de acordo com seu nível de desenvolvimento e de especialização econômica. Veja algumas das principais características.
Em termos militares, a bipolaridade (fato de haver dois pólos de força, que eram Estados Unidos e URSS) foi substituída pela chamada pax imperial americana, que significa que não existe país no mundo capaz de se contrapor ao poderio militar americano. A supremacia militar incontestável dos Estados Unidos é exercida de forma intensa em todas as partes do mundo onde seus interesses econômicos ou geopolíticos se fazem presentes.
Em termos econômicos e tecnológicos temos a multipolaridade, com pelo menos três grandes blocos: o primeiro, organizado em torno dos EUA; o segundo, em torno da Europa (União Européia) e um terceiro, o bloco asiático, onde se destacam o Japão, a China, a Índia e até mesmo a Rússia.
A intensa urbanização mundial é um fenômeno típico de países não-desenvolvidos e resultante de sua industrialização e modernização recente. No ano 2000, a ONU (Organização das Nações Unidas) divulgou que a população urbana mundial superou a população rural.
A urbanização é acelerada e irreversível em especial nos países em desenvolvimento. É geralmente caótica, o que agrava os problemas ambientais e concentra a pobreza, potencializando seus aspectos negativos.
Ao contrário do que ocorria até pouco tempo, a nova divisão internacional do trabalho (DIT) não separa apenas países exportadores de manufaturados de países exportadores de matéria-prima.
Luiz Carlos Parejo

MONTE EVEREST

No coração do continente asiático, cercado de imponentes montanhas, encontra-se o teto do mundo, o monte Everest, cujo nome tibetano é Chomolungma, que significa "deusa mãe da Terra".
O Everest, cuja altitude é de 8.848m, está situado na fronteira entre o Tibet (China) e o Nepal, na cordilheira do Himalaia. O nome internacional do monte, antes conhecido como pico XV, foi popularizado pelo britânico George Everest, que em 1841 determinou sua altitude por meio de medições trigonométricas. Essa cadeia de montanhas surgiu durante o mioceno (período terciário), como resultado da compressão e do dobramento causados pela convergência do subcontinente indiano e do planalto tibetano sobre o vale sedimentar que cobria a região. Movimentos pós-paroxísticos de reajuste posterior ergueram o Everest até sua altura atual.
Embora o gelo cubra suas encostas, o pico se vê livre de neve no inverno, em virtude dos fortes temporais do nordeste. Entre as numerosas geleiras que se espalham em suas vertentes, destacam-se a Kangshung, a Rongbuk, a Pumori e a Khumbu. Os rios mais expressivos que nascem nessa impressionante muralha são o Dudh Kosi e o Rong Chu, cujos vales são utilizados como caminhos para chegar aos cumes.
A partir de 5.800m, a vida animal e vegetal acha-se ausente, em virtude dos fortes ventos, das baixas temperaturas e das tempestades de neve estivais. Em 1852, o serviço de topografia britânico da Índia declarou que o Everest era o ponto mais alto do planeta. Houve, porém, controvérsias sobre a altura exata, até que em 1953 a expedição do britânico John Hunt resolveu o problema. Em maio do mesmo ano, o neozelandês Edmund Hillary e o nepalês Norgay Tenzing alcançaram o cume pela primeira vez.
Fonte Barsa.